20/08/2007
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2007-08-20 12:07
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Amanda Santos, Silas Barbosa, e Alex
Nascimento
O Papopan esteve na abertura da Oficina Loucos pela Diversidade, uma parceria entre a Fiocruz, o Ministério da Cultura e o Ministério da Saúde, que busca incentivar e promover a valorização das pessoas com deficiências intelectuais.
Aproveitando o gancho do Parapan, os repórteres do Papopan* Parapan Amanda Soares, Silas Barbosa e Alex Nascimento conseguiram uma entrevista com o secretário nacional da identidade e da diversidade cultural, Sérgio Mamberti. Veja a opinião do secretário sobre a cobertura da mídia do Pan e do Parapan.
Papopan: O senhor vê alguma diferença da cobertura da mídia do Pan para o Parapan?
Sérgio Mamberti: O Pan foi um evento que se tornou maior porque tem uma envergadura internacional em relação ao marketing, porque no mundo de hoje quem privilegia esses eventos é o mercado. O Parapan está tendo até uma boa divulgação. A política do Ministério da Cultura é promover um maior acolhimento para esse tipo de evento, como o Parapan.
Também quero saudar a vocês do Complexo da Maré e do Alemão, e nesse momento é importante que todos se mobilizem na construção de um projeto social. A presença de vocês é muito importante e precisamos de incentivos, como o da revista Viração, para uma nova sociedade.
16/08/2007
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2007-08-16 14:50
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2007-08-16 14:50
Os jovens do PapoPan acompanham também os jogos do Parapan. Veja, abaixo, a entrevista que Silas Barbosa, de 20 anos, fez com o velejador Lars Grael. O atleta, que mantém com os também campeões olímpicos do esporte Torben Grael e Marcelo Ferreira a ONG Rumo Náutico ( www.rumonautico.org.br), concedeu a seguinte entrevista:
Papopan Parapan: Como o esporte pode melhorar a auto-estima das pessoas com deficiência?
Lars Grael: Eu acho que o esporte prova para toda a sociedade que essa letrinha "d" que antecede a palavra deficiência pode ser um pré-conceito do próprio deficiente e da sociedade, sobretudo. Então, através do esporte, a pessoa com deficiência tem a capacidade de mostrar a superação, a volta por cima, a eficiência física e mostrar que ele também pode ser eficiente pro trabalho, podendo requerer os seus direitos como cidadão no mercado de emprego, para que possa ingressar na classe produtiva do país.
Então o esporte tem um tema, uma conotação muito importante da volta por cima, e nós percebemos aí heróis as vezes anônimos do Brasil que mostram a sua capacidade por meio do esporte.
Papopan Parapan: Como os pais e a escola podem ajudar as crianças e os jovens com deficiência a praticar esportes?
Lars Grael: A escola é o berço de formação de todo e qualquer cidadão. Por isso, elas precisam estar dotadas de acessibilidade e de profissionais que possam fazer a inclusão da pessoa com deficiência, para que ela tenha acesso básico à educação com os mesmos direitos, mas com atenção especial, assim como à prática do esporte e da cultura.
A educação é a base de tudo, e promove a inclusão da pessoa com deficiência, dando oportunidade ao lazer, à prática esportiva, à cultura e ao mercado de emprego e trabalho a esse grupo grande de brasileiros.
Papopan Parapan: O que você diria para os atletas do Parapan?
Lars Grael: São heróis nacionais por estarem representando o Brasil nos jogos Parapan-americanos. Às vezes são heróis que não têm o mesmo reconhecimento, apesar de estarem suando a mesma camisa, dignificando a mesma bandeira, superando os mesmos preconceitos com que eles sofrem por terem deficiências. Isso é um exemplo de superação e nós temos um orgulho muito grande, porque eles representam o espírito de um Brasil que quer dar certo, de um Brasil mais justo.
31/07/2007
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2007-07-31 12:16
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Texto: Carol Lemos
Saudades antecipadas e gostinho de quero mais. Esses foram os temperos do encontro final da equipe PapoPan*. Juntos, jovens repórteres e jornalistas avaliaram o projeto, desde a infra-estrutura até o aprendizado técnico em comunicação e na formação como ser humano.
A diversidade também se apresentou nos debates, mostrando como é importante ampliarmos a visão de mundo a partir da troca de idéias e opiniões diferentes.
Força de vontade, profissionalismo e comprometimento foram algumas das características marcantes dessa galera que acredita no seu futuro e na ação para transformar sua vida e o Brasil.
E eles não param por aí: uma parte dessa equipe vai cobrir o ParaPan e continuar publicando suas matérias na agência Virajovem de notícias, então, continue conectado!
Confira algumas frases que resumem, para essa turma, o que é o Papopan*:
“Melhor experiência prática que eu tive!”
“Excesso de aprendizagem”
“O que sabemos é uma gota, mas se abraçarmos vira um oceano”
“Futuro consciente”
“Incentivo aos jovens a terem um ponto de vista crítico e manifestá-lo”
“Mudança, atendendo a todos os desejos, todas as expectativas de nós jovens sonhadores em busca de um futuro melhor”
“A união faz a força”
"Eu passei por essa experiência”
“Além da minha imaginação”
“Projeto super produtivo para nossas vidas”
“Conhecimento e diversidade”
“É ideologia, é riqueza, é energia”
“Nova e única oportunidade de aprender e conhecer coisas novas”
“Muita atitude”
“Oportunidade e aprendizagem”
*PAPOPAN = Projeto Autenticamente Protagonizado e Organizado Por Adolescentes e jovens iNovadores
24/07/2007
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2007-07-24 11:30
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2007-07-24 11:30
Texto: Fernanda Gonçalves
O jogo da seleção sub-17 marcado para as 15h30 e os torcedores desde 14h30 na fila de entrada esperando os portões serem abertos. As pessoas que possuíam ingressos da Ala Norte do Engenhão encontraram os guichês fechados e nenhum responsável para informar por que os portões estavam fechados e encaminhar as pessoas para outra portaria. Os torcedores tinham que se dirigir aos outros setores de acesso que estavam lotados e com extensas filas.
Idosos e portadores de necessidades especiais chegavam nas portarias e não recebiam informações sobre a entrada e a fila em que eles deveriam se posicionar. Só providenciaram o direito a filas especiais às 15h20.
Muito tumulto nas alas Oeste e Leste, porque as pessoas que tinham os ingressos da Ala Norte, que estava fechada, se encaminhavam para as portarias mais próximas e entravam nas filas, se aglomeravam nas entradas do estádio. Já na Ala Sul a portaria estava livre.
Os voluntários informavam que a Ala Norte estava fechada porque era uma entrada só para a imprensa e convidados vips. Sobre a demora e as extensas filas, os voluntários explicavam que as pessoas traziam muitos objetos não permitidos, e por isso tinham que expor os seus pertences para que o detector não recusasse a entrada do torcedor. Por ser um evento internacional, tinham que assegurar a fiscalização e a segurança das pessoas nos eventos e jogos.
O grupo de fiscalização da prefeitura, ao chegar na Ala Oeste do Engenhão, foi vaiado pelos torcedores, indignados com o atraso da entrada e o jogo iniciado com muitas pessoas ainda na entrada.
Às 15:30, com o jogo começando, os portões foram abertos e os torcedores começaram a entrar com o fluxo da fila um pouco lento.
Para a alegria do povo, a seleção sub-17 brasileira fez um jogão de bola, lindos passes e deixou os jogadores da seleção da Costa Rica no chapéu. Os torcedores ficaram felizes da vida com a vitória da seleção de 2x 0.
23/07/2007
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2007-07-23 15:49
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2007-07-23 15:49
Texto: Amanda Moraes e Pamella Souza
No dia 19 de julho, houve a competição de remo na lagoa Rodrigo de Freitas. A torcida estava animada e a arquibancada reuniu muitas pessoas, jovens, crianças, adultos, idosos, enfim, o suficiente para fazer o Brasil ter bastante ânimo para ganhar e conquistar a tão querida medalha.
As equipes brasileiras ganharam medalhas de prata e bronze. E com todo esse clima de competição percebemos que muitos eram os idosos na platéia, muitos deles caracterizados de Brasil e bem animados. Com frio? Nem pensar, a terceira idade fez presença e torceu com muita garra, deixando até os atletas emocionados. Como diz o Senhor Gilberto Oliveira: “O esporte não tem idade!”.
Todos os idosos disseram que adoram esportes, muitos praticavam quando jovens e ainda praticam. Luiz Nagara diz que ainda se sente apto para atividade física: “Eu ainda me sinto em condição de remar, mas é necessário um incentivo também”.
Terceira idade não significa em hipótese alguma ser velho, estar na terceira idade é ser jovem experiente, é ver a vida com um olhar mais claro, e querer que os jovens de hoje, aproveitem as oportunidades, para que no futuro também possam dizer que apesar dos 70 anos é jovem de alma e de coração. Por isso seja saudável e pratique esporte!
Confira a opinião do público:
Gilberto Oliveira, aposentado Adoro qualquer esporte menos o boxe, sempre pratiquei e gostei.
Em relação ao esporte o que falta para 3° idade?
Mais incentivo e divulgação.
O senhor acha que poderia ter esporte para 3° idade relacionados no Pan?
Sim, nem precisava ganhar medalha. Poderia ter natação, corrida, e outros.
Noémia dos Santos, 76 anos, aposentada
Qual a sua a relação com o esporte?
É boa, eu assistir na televisão. Eu gosto muito de esporte principalmente nessa época do Pan.
Em relação ao esporte o que falta para terceira idade?
Falta mais animação, tem uns são animados, outros não. Eu sou muito animada faço ate hidroginástica.
A senhora acha que poderia ter esporte para terceira idade relacionados no Pan?
Deveria ter, seria legal.
Na sua opinião os jovens e os idosos têm as mesmas oportunidades?
Eu acho que os jovens têm bem mais, porque os idosos são acomodados.
Em relação ao Pan o que de bom trouxe para o Rio de Janeiro?
Animação, vamos ver se a terceira idade se anima mais também
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2007-07-23 15:43
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2007-07-23 15:43
Texto: Cristina Uchôa
Cerca de quinze jovens da Comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, estão promovendo um projeto similar ao PapoPan, produzindo material de comunicação sobre os Jogos Pan-Americanos, também com apoio dos Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Esporte e da Justiça.
Os trabalhos dos Guias Cívicos de lá nessa área são voltados principalmente para a produção de vídeo com celulares, mas também dão conta da publicação de diversos textos e fotos.
Na primeira semana da competição, os jovens estão trabalhando na própria comunidade, fazendo matérias sobre como o Pan está afetando a Maré; a partir deste fim-de-semana, os jovens passam a ir aos jogos, para ver o efeito oposto: como é o pessoal da Maré estar nas instalações e nos eventos dos Jogos.
Confira o trabalho do pessoal da Maré no blog:
http://www.marecomunicativa.blogspot.com/
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Um espaço onde 50 jovens de diversas comunidades da cidade do Rio de
Janeiro publicam notícias dos jogos em áudio, vídeo, texto e foto. É uma parceria com a Revista Viração, que organizou o projeto, junto com o Observatório de
Favelas, Radiobrás e os Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da
Justiça e dos Esportes
 | Acompanhe também a cobertura da Agência Brasil |
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