Texto: Fernanda Gonçalves
O jogo da seleção sub-17 marcado para as 15h30 e os torcedores desde 14h30 na fila de entrada esperando os portões serem abertos. As pessoas que possuíam ingressos da Ala Norte do Engenhão encontraram os guichês fechados e nenhum responsável para informar por que os portões estavam fechados e encaminhar as pessoas para outra portaria. Os torcedores tinham que se dirigir aos outros setores de acesso que estavam lotados e com extensas filas.
Idosos e portadores de necessidades especiais chegavam nas portarias e não recebiam informações sobre a entrada e a fila em que eles deveriam se posicionar. Só providenciaram o direito a filas especiais às 15h20.
Muito tumulto nas alas Oeste e Leste, porque as pessoas que tinham os ingressos da Ala Norte, que estava fechada, se encaminhavam para as portarias mais próximas e entravam nas filas, se aglomeravam nas entradas do estádio. Já na Ala Sul a portaria estava livre.
Os voluntários informavam que a Ala Norte estava fechada porque era uma entrada só para a imprensa e convidados vips. Sobre a demora e as extensas filas, os voluntários explicavam que as pessoas traziam muitos objetos não permitidos, e por isso tinham que expor os seus pertences para que o detector não recusasse a entrada do torcedor. Por ser um evento internacional, tinham que assegurar a fiscalização e a segurança das pessoas nos eventos e jogos.
O grupo de fiscalização da prefeitura, ao chegar na Ala Oeste do Engenhão, foi vaiado pelos torcedores, indignados com o atraso da entrada e o jogo iniciado com muitas pessoas ainda na entrada.
Às 15:30, com o jogo começando, os portões foram abertos e os torcedores começaram a entrar com o fluxo da fila um pouco lento.
Para a alegria do povo, a seleção sub-17 brasileira fez um jogão de bola, lindos passes e deixou os jogadores da seleção da Costa Rica no chapéu. Os torcedores ficaram felizes da vida com a vitória da seleção de 2x 0.