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Mário Marco
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2008-04-16 18:18
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2008-04-17 15:46
Logo de início percebemos na entrada da PUCRS a grandeza do evento que nos aguardava, muitos estandes, pessoas de diversos países, latinos
ou não, e o software livre como astro principal.
Neste FISL temos empresas governamentais, empresas privadas,
todos querendo vender, recrutar ou de alguma forma mostrar algo relacionado com
o software livre.
Interessante salientar que a Globo.com tem seu estande. Mais interessante ainda o fato de estar tão bem posicionado com todas as sua
marcas.
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mario
—
em
2008-04-16 18:18
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2008-04-17 14:01
Neste ano, a organização se preocupou em atender vários níveis
de compreensão dentro do Fórum.
Não somente a esfera técnica, com as novidades tecnológicas,
mas a esfera estratégica, gerencial para que se possa criar um formato para que
o software livre chegasse à esfera que acho eu a mais importante, a esfera pública,
a do povão. A atenção que a organização
do evento tem demonstrado uma grande atenção as pessoas que nada sabem, mas tem
fome de saber mais sobre o que acontece aqui dentro.
Os eventos foram devidos pensando no lado técnico, estratégico
e de inclusão e sua grade foi nivelada em: iniciantes, intermediário e
avançado.
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Mário Marco
—
em
2008-04-16 18:18
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2008-04-17 19:55
Curiosidade:
Enquanto o software privado gera lucro por meio da venda de seus produtos fechados o software livre gera lucro com a prestações de serviços, os treinamentos, a economia e a reutilização de código.
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Mário Marco e Danielle Almeida
—
em
2008-04-16 18:18
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2008-04-17 19:57
No FISL vemos a capacidade criativa desta gente. Há desde os que jogam video games wii na globo.com até garotos pedindo computadores e notebooks, como é o caso do estudante de informática William Machado, que participa pela primeira vez do evento.
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Emerson Luis
—
em
2008-04-18 11:49
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2008-04-18 16:43
A solidariedade digital vai além
do compartilhamento dos códigos no FISL.
Na sala de imprensa, local em que
jornalistas e fotógrafos se amontoam para enviar textos,
imagens e vídeos para seus sites e jornais, a conexão
WiFi montada pela PUC- RS não funciona bem, e os cabos azuis
de rede não são suficientes para as quase 30 pessoas
que circulam por aqui.
Cesar Cardoso, hacker e geek em plantão
permanente na Internet, emprestou seu AP (acess point) particular para
o pessoal. Agora, um dos pontos azuis está ligado no AP, que
gera a rede WiFi para todos.
O problema: os milhares de hackers e
geeks também presentes no evento irão fatalmente
descobrir este ponto. E então começa outra batalha por
mais conectividade.
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Mário Marco
—
em
2008-04-18 11:59
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2008-04-19 23:07
No final da noite de ontem (17) participei da palestra sobre
Plone (Sistema Gerenciador de Conteúdo livre e de código aberto) dirigida por Fábio Rizzo.
Todos estávamos cansados pela corrida da imprensa o dia todo, mas seguimos em
frente e fui, com a companhia do colega de trabalho Anderson, para sala. Logo de
início, Fábio Rizzo explicou que, até hoje, o Plone é pouco conhecido até mesmo nas
comunidades de software livre. Isso fez com que ele e sua equipe de exposição mudassem
o escopo de toda a palestra, baixando o nível de dificuldade da palestra de
avançado para iniciante.
Foi dito que muitas foram as vitórias, começando com o
reconhecimento da tecnologia a partir do próprio governo e depois pelas
empresas privadas.
Empresas como NASA, Embrapa, Correios, Radiobras e UnB já adotaram a iniciativa de usar o Plone como portal, intranet e até ferramenta
de desenvolvimento, indo muito além do simples gerenciar de conteúdos.
E, com isso, o Plone 3 vem com o título de ECMS.
Durante toda a palestra pude perceber como a comunidade de
Plone é unida, extremamente prestativa e acolhedora, sendo isso bom para que a
comunidade continue reciclando, aumentando e, por fim, gerando “uma massa
cinzenta” que possa melhorar continuamente a tecnologia.
Eles disseram que até fóruns específicos para Plone e outros
meio de convidar pessoas para se integrar são feito, tudo com o intuito de aumentar o
grupo.
Por fim, sem falar sobre aspectos técnicos, pretendo, em
outro post, colocar a palestra deles com alguns apontamentos. Tivemos um rápido brainstorm
ou bate papo com o pessoal do Globo.com sobre o vignette, CMS usados por eles e
o Plone como solução de código aberto.
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Mário Marco
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2008-04-18 19:04
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2008-04-19 22:49
À princípio, você que está lendo pode se perguntar: "Quem é esse 'cabra'?"
Simples!
Ele "é O cara". Mas para chegar a esta afirmação, digo que, no início de toda história, foi bem diferente.
Flashback:
Emerson aparece falando da importância de conhecer um tal de Júlio Neves, o "cobra" do Shell. Depois fui entender que se tratava de um trocadilho.
Mais tarde, encontro-me com um senhor maduro, muito bem humorado e de voz forte. Nos cumprimentamos e sentamos para papear. Bingo! Descobri durante o papo que ele adorava fazer isso com os colegas de trabalho.
Começamos com o básico; perguntei sobre o que ele trabalhava e onde atualmente trabalhava. Ele me contou que trabalhava com Script Shell e que se especializara em construir processos e até programas com apenas uma linha de código e salientou que toda vez que um jovem o via (ele usou o termo coroa para si) se assustava, não só pela idade, mas pela facilidade de resolver os problemas e necessidades programáveis através de códigos bem sintéticos.
Sua vida é rica e os detalhes profissionais se mesclam com uma "idade das trevas digital", que ocorreu, segundo ele, no fim da década em que o Brasil supria 70% do mercado de tecnologia da informação da época.
Neves conta que o Brasil não passará por isso novamente, acreditando na consciência das comunidades de programação e no código livre.
Além de fatos históricos, ele falou de outras curiosidades como o SOX - Sistema Operacional X - uma máquina virtual da década de 80, provavelmente a primeira a ser criada no mundo.
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Emerson Luis
—
em
2008-04-19 17:41
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2008-04-19 17:41
Passados três dias de evento, a
conectividade sem fio (wireless) que deveria funcionar com perfeição,
foi o ponto fraco do FISL 9.0
O espeto é de pau. Dentro de um
universo tecnológico rico como o FISL, a conectividade deveria
ser o primeiro item com poucos ou nenhum problema.
Segundo alguns participantes da
organização, a PUC-RS ficou responsável pela
montagem da rede WiFi, subcontratando uma empresa privada. No FISL
8.0, ocorrido na FIERGS em 2007, a conectividade sem fio ficou a
cargo da própria equipe da Associação Software
Livre.ORG e os problemas foram somente de gargalo de conexão,
que saturaram o link de 6 megas. Em 2008, com um aumento para 32
megas, o uso se deteriorou.
Ficar conectado na principal rede,
chamada FISL, era uma tarefa para malabarista. Em determinados pontos
do Pavilhão da PUC, como a sala de imprensa, o monitor de rede
acusava sucessivas quedas.
Essa inconsistência de sinal
gerava multiplicidade de conexões. Cada usuário que
conseguia se sustentar criava uma outra rede a partir do seu notebook
ou acess point (ponto de acesso), distribuindo sinal ao seu redor.
Com isso, pelo menos 30 redes ficavam ativas em diversos pontos.
Foi o que aconteceu na sala de
imprensa. Diante da falta de cabos e da conexão sem fio ruim,
para quebrar o galho foi montado um AP improvisado para divisão
do sinal.
Ano que vem, a organização
deve ficar atenta e montar uma estrutura WiFi que atinja todos os
cantos do evento.
Montamos um AP no stand do Ubuntu. Acho que fomos 1 dos primeiros, e por consequência, foi um técnico e nos disse que ele não poderia ficar ligado, bem como nenhum switch.
Num evento livre, achei isso um absurdo. No final das contas, todas as empresas/grupos estavam usando um AP ou um switch.
O grande problema em relação a conectividade Wi-fi segundo informações, foi a grande quantidade de ROGUE AP´s dentro do pavilhão, causando um grande turbilhão de RF´s dentro do auditório.
Tanto nos stands que colocaram seus ap´s gerando um grande overlap de canais sobre os SSID´s oficiais que estavam instalados.
Muitos dos Rogue Ap´s que estavam ligados nem ao menos estavam trafegando sinal para a rede cabeada, e outros ainda clonavam o SSID FISL que estava atendendo ao evento levando para lugar nenhum aumentando ainda mais o problema.
Portanto, segundo informações, não houve um posicionamento oficial da ASL quanto a este comportamento dos seus próprios expositores, o que prejudicou e muito a conectividade nos pavilhões.
Acredito que esta falta de posicionamento tenha sido um tiro no pé da própria ASL, que por motivos financeiros não quis se posicionar perante aos patrocinadores.
Porém, para usuários que nem eu que utilizaram o Wi-fi nas imediações do pavilhão onde não haviam estes rogues ap´s dos próprios expositores a conectividade ocorreu sem nenhum problema.
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mario
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em
2008-04-19 22:37
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2008-04-19 22:37
Plone é um Sistema Gerenciador de Conteúdo livre e de código aberto.
Seu objetivo é fornecer valor a cada nível de uma organização. Ele vem
com um sistema de workflow (fluxo de trabalho), segurança e funções pré-configuradas, um
conjunto de tipos de conteúdo e suporte a várias línguas. Há vários
desenvolvedores, escritores e pessoas que testam o Plone em todas as
partes do mundo, contribuindo todos os dias com o sistema. Ele é
baseado em um Framework de Gerenciamento de Conteúdo.
Atualmente a Agência Brasil vem utilizando o Plone para gerir suas matérias, fotos, como também áudios, vídeos e produções especiais através de multimídia e hipermídia.
Com o Plone, o site da Agência Brasil ganhou acessibilidade, organização, pesquisa e busca inteligente com nuvens de assuntos e conteúdos relacionados. Deve ser lembrada também a iniciativa dos profissionais da Agência que ajudaram na construção do site.
Atualmente, o esforço conjunto do software Plone e dos profissionais da Agência Brasil recebe acesso de 1.796.321 usuários por mês em média.
by
Emerson Luis
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2008-04-20 15:07
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2008-04-20 15:07
Total de participantes: 7.417
- Países: 21 (Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil,
Canadá, Chile, Cuba, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França,
Holanda, India, Inglaterra, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça,
Uruguai)
- Todos os estados brasileiros foram representados no fisl.
- Perfil dos participantes: 24% são estudantes e 63% são profissionais e empresários de TI;
Patrocinadores: 41
Mostra de Soluções: 28
Apoiadores: 8
Destes, 58 são expositores
Submissões de propostas de palestras = 574
Palestras realizadas: 257
Palestrantes: 402
Caravanas: 59 (vindas de 12 estados brasileiros e de 2 outros países – Uruguai e Paraguai)
- Maior caravana: São Paulo, com 47 participantes
- Mais distante: Manaus
Grupos de Usuários: 48 (vindos de 8 estados brasileiros e de outros 5 países – Paraguai, Argentina, Uruguai, Bolívia e Chile)
Visitas a TV Software Livre: 3.175
Tráfego de upload da TV Software Livre: 70 Gb
Tráfego de download da TV Software Livre: 179 Gb
Conexões: 19 mil simultâneas
Tráfego de upload/download: 250 Gb
Visitas ao site do fisl durante o evento: 12.159
Arena de Programação Livre
- Fase Remota = 35 inscritos
- Qualifying = 32 presentes (8 equipes de 4 participantes)
- Insanifying = 18 classificados (6 equipes de 3 participantes)
Num evento livre, achei isso um absurdo. No final das contas, todas as empresas/grupos estavam usando um AP ou um switch.
[]s