Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
18 de Agosto de 2006 - 15h23 - Última modificação em 18 de Agosto de 2006 - 15h23


Programa quer dar qualificação profissional a 60 mil jovens em dois anos

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Até o final do ano, cerca de 10 mil jovens em todo o país vão receber qualificação profissional em médias e grandes empresas, por meio do Programa Aprendiz Legal, lançado hoje (18), no Rio de Janeiro.

A iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego, em parceria com a Petrobras, pretende contribuir para a inserção de jovens de 14 a 24 anos de idade no mercado de trabalho. A meta é qualificar 60 mil aprendizes nos próximos dois anos.

Todo o material que será utilizado no programa de aprendizagem foi desenvolvido com metodologia específica para o curso de formação e traduzido para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libra) e Braille.

“É mais barato para a sociedade que a empresa dê oportunidade à juventude, mesmo que à base de alguns sacrifícios, do que construir unidades como a Febem ou presídios. Dar oportunidade profissional para a juventude é a garantia de um bem-estar da sociedade brasileira”, afirmou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

Marinho disse que o programa vai estimular as empresas de todo o país a cumprirem a Lei do Aprendiz, regulamentada no ano passado. A lei estabelece a obrigatoriedade de as empresas de médio e grande porte contratarem aprendizes e matricularem esses jovens em cursos profissionalizantes. O número de aprendizes deve configurar de 5% a 15% do quadro efetivo da empresa.

O Programa Aprendiz Legal vai oferecer material didático para 100 instituições de todo o país, selecionadas pela Petrobrás e que já foram capacitadas para a prática do ensino.

O ministro espera que as empresas cumpram a lei de maneira voluntária. Caso isso não ocorra, ele afirmou que em 45 dias vai orientar os fiscais do Ministério do Trabalho a tornarem mais rigorosas as fiscalizações.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina