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Rio de Janeiro - A taxa de desemprego nas
seis maiores regiões metropolitanas do país ficou em 10,6% em agosto, sendo
considerada estável em relação a julho, quando foi de 10,7%. Em relação a
agosto do ano passado (9.42%), houve alta de 1,2 ponto percentual. Os dados são
da Pesquisa Mensal de Emprego divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE).
Também permaneceu estável na
comparação com julho o contingente de desocupados (2,4 milhões). Já na
comparação com agosto de 2005, houve crescimento de 17,2%, o que representa
mais 355 mil pessoas procurando trabalho.
O rendimento médio da
população ocupada (de R$ 1.036,20) aumento 0,7% em agosto, depois de ter caído
0,7% em julho. Em relação a agosto do ano passado, o rendimento da população
ocupada foi 3,5% maior.
Em agosto houve um
crescimento de 2,2% de pessoas em idade ativa, apontando um contingente de 39,7
milhões nas seis regiões (Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte, São
Paulo e Porto Alegre) abrangidas pela pesquisa.
A pesquisa registrou aumento
na taxa de atividade (57,6%) na comparação anual (1,1 ponto percentual). Já em
relação à população ocupada (20,5 milhões) a pesquisa aponta aumento na
comparação mensal (1,1%) ou mais 226 mil pessoas ocupadas em um mês. Em relação
a agosto do ano passado a ocupação cresceu 2,8%.
O emprego com carteira
assinada em relação a agosto de 2005 cresceu 5,9%. Esse percentual significa
mais 472 mil ocupados inseridos no mercado de trabalho formal.
Entre as seis regiões
metropolitanas, o setor de outros serviços se destacou na comparação mensal,
crescendo 2,5%. Na comparação anual, destacam-se os grupamentos de atividades
comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos
e comércio a varejo de combustíveis, serviços domésticos e outros serviços. O
grupo todo apresentou um crescimento de 4,2% no contingente de ocupados.
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