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21 de Setembro de 2006 - 10h49 - Última modificação em 21 de Setembro de 2006 - 10h49


Desemprego fica estável em agosto, revela IBGE

Norma Nery
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país ficou em 10,6% em agosto, sendo considerada estável em relação a julho, quando foi de 10,7%. Em relação a agosto do ano passado (9.42%), houve alta de 1,2 ponto percentual. Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Também permaneceu estável na comparação com julho o contingente de desocupados (2,4 milhões). Já na comparação com agosto de 2005, houve crescimento de 17,2%, o que representa mais 355 mil pessoas procurando trabalho.

O rendimento médio da população ocupada (de R$ 1.036,20) aumento 0,7% em agosto, depois de ter caído 0,7% em julho. Em relação a agosto do ano passado, o rendimento da população ocupada foi 3,5% maior.

Em agosto houve um crescimento de 2,2% de pessoas em idade ativa, apontando um contingente de 39,7 milhões nas seis regiões (Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre) abrangidas pela pesquisa.

A pesquisa registrou aumento na taxa de atividade (57,6%) na comparação anual (1,1 ponto percentual). Já em relação à população ocupada (20,5 milhões) a pesquisa aponta aumento na comparação mensal (1,1%) ou mais 226 mil pessoas ocupadas em um mês. Em relação a agosto do ano passado a ocupação cresceu 2,8%.

O emprego com carteira assinada em relação a agosto de 2005 cresceu 5,9%. Esse percentual significa mais 472 mil ocupados inseridos no mercado de trabalho formal.

Entre as seis regiões metropolitanas, o setor de outros serviços se destacou na comparação mensal, crescendo 2,5%. Na comparação anual, destacam-se os grupamentos de atividades comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis, serviços domésticos e outros serviços. O grupo todo apresentou um crescimento de 4,2% no contingente de ocupados.



 


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