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Porto Alegre - A partir de segunda-feira (25), crianças portadoras de leucemia,
anemia falciforme e outros tipos de câncer terão atendimento ampliado,
melhorado e qualificado no Rio Grande do Sul, com a entrada em
funcionamento do novo ambulatório de onco-hematologia do Hospital da
Criança Conceição.
A unidade, que passou de 30 para 272 metros
quadrados, foi inaugurada hoje (21), em Porto Alegre, pelo ministro da
Saúde, Agenor Álvares. Inicialmente, serão beneficiadas 60 crianças que estão em tratamento atualmente no hospital.
Segundo o
ministro, o governo federal investiu R$ 445 mil na obra. Agora, os
pacientes contam com três consultórios, salas de quimioterapia, de
hemoterapia e de recreação, além de novas instalações para atendimento
ao público. Com a obra, aumentou a capacidade e, principalmente, a
qualidade do atendimento”, disse Álvares.
“O importante é que estamos associando
equipamentos e infra-estrutura física de qualidade à qualidade do corpo
técnico que integra esse ambulatório”, destacou. O ministro afirmou que
sua maior alegria é ver essas crianças [os
pacientes] bem tratadas, tendo possibilidade de melhorar sua qualidade de vida e
lutando para continuar a linha da vida. “Elas têm esse direito, e
nós, a obrigação de dar a retaguarda para a conquista desse direito”, afirmou.
O Serviço de
Onco-Hematologia do Hospital da Criança Conceição realiza, por ano, 6.113
consultas a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), 409 internações e 2.734
quimioterapias. A equipe de assistência,
multiprofissional, é formada por médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de
enfermagem, psicóloga, assistente social e
pedagoga.
Segundo o diretor
superintendente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), João Motta, a
próxima área beneficiada será a emergência hospitalar. Ele disse
que os beneficiamentos fazem parte do plano de investimentos da
instituição, adotado desde 2003, para democratizar a gestão da
instituição. “São os funcionários que elegem seus representantes para
participar da seleção de investimentos prioritários para os hospitais”,
explicou o dirigente. Ele ressaltou ainda que o projeto escolhido passa
por votação final dos funcionários antes de ser executado.
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