Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
6 de Novembro de 2006 - 19h39 - Última modificação em 7 de Novembro de 2006 - 15h04


Partidos pagam maior parte da campanha dos senadores do Sul

Daniel Merli e Julio Cruz Neto
Repórteres da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Dois dos três senadores eleitos pelos estados da região Sul tiveram a maior parte de suas campanhas pagas pelo próprio partido. É o caso do gaúcho Pedro Simon (PMDB) e do catarinense Raimundo Colombo (PFL). A exceção é o paranaense Álvaro Dias (PSDB) que teve a maior parte de sua campanha paga por empresas.

O PMDB doou mais da metade dos R$ 727 mil arrecadados por Simon para se reeleger ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Empresas variadas doaram quase todo o restante, aproximadamente R$ 280 mil. As maiores contribuições são do setor petroquímico, com R$ 50 mil da petroquímica Brasken (do grupo Odebrecht), R$ 50 mil da Copesul (Companhia Petroquímica do Sul), R$ 40 mil da Ipiranga Petroquímica e R$ 25 mil Distribuidora de Produtos de Petróleo Ipiranga.

Em Santa Catarina, Raimundo Colombo recebeu R$ 232 mil do seu partido, o PFL, ou de seu companheiro de chapa, o governador candidato à reeleição Luiz Henrique (PMDB). Além das contribuições partidárias, Colombo declarou apenas uma doação de pessoa física.

Já o senador reeleito pelo Paraná, Álvaro Dias, teve a maior parte de sua campanha paga por empresas. A principal doação é do convênio médico Unimed, que doou cerca de um quarto das receitas arrecadadas.

A empresa da área de saúde doou R$ 400 mil para a campanha de Dias, que teve uma receita total de R$ 1,5 milhão. Outra empresa que consta da prestação de contas é a Klabin, produtora e exportadora de papéis, com R$ 80 mil.

O restante do total arrecadado pela campanha do senador eleito é proveniente de pessoas físicas, como o político Ricardo Barros, eleito deputado federal pelo PP (R$ 1,5 mil), e do próprio Álvaro Dias (R$ 181,8 mil). Dias foi um dos 27 senadores eleitos neste ano, com 2.572.481 votos, ou 50,51% dos votos válidos.

A prestação de contas dos candidatos, tanto ao Senado quanto aos demais cargos públicos, cuja eleição tenha sido decidida no primeiro turno, está disponível no site www.tse.gov.br.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina