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7 de Novembro de 2006 - 02h38 - Última modificação em 7 de Novembro de 2006 - 02h42


Bancos, construtoras e siderúrgicas doam dinheiro a candidatos nordestinos

Daniel Merli e Raquel Mariano
Da Agência Brasil

 
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Brasília - O ex-governador pernambucano Jarbas Vasconcelos (PMDB) alcançou a vaga do estado para o Senado sem nenhuma doação direta. O dinheiro para sua campanha foi todo repassado por meio de seu comitê financeiro.

No Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (PFL) foi eleita para o Senado principalmente com doações via partido. Mas recebeu doação de empresas como a siderúrgica privatizada Vale do Rio Doce (R$ 150 mil) e do banco Itaú (R$ 50 mil).

O governador eleito do Sergipe, Marcelo Déda (PT), venceu a campanha usando recursos, principalmente, do partido e de pessoas físicas. Entre as empresas, os maiores doadores foram as construtoras OAS (R$ 150 mil) e Coesa (R$ 200 mil).

Para sua reeleição ao governo do Piauí, Wellington Dias (PT) contou principalmente com doação de pessoas físicas. Seu companheiro de chapa, João Vicente Claudino (PMDB) elegeu-se para o Senado também principalmente com doações de pessoas físicas, muitas de R$ 15 ou R$ 20.

Mas também recebeu doações de empresas, como a loja de departamentos Claudino que doou, ao todo, R$ 1 milhão.



 


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