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Brasília - As feiras de Economia Solidária, que estão sendo realizadas desde a
semana passada em todo o país, representam, para o produtor, não apenas
um ponto de venda, mas também a possibilidade de geração de resultados
positivos no futuro.
“Os empreendedores conseguem ver na feira
não
só um ambiente de venda de seus produtos, mas principalmente um
ambiente que
permite a articulação", afirma o diretor de Fomento à Economia
Solidária do
Ministério do Trabalho e Emprego, Dione Manetti. Segundo ele, isso
sinaliza que a feira não tem impacto imediato e sim efeito futuro, na
medida em que os produtores
conseguem se organizar.
Nas feiras, serão realizadas até o
fim de dezembro, são comercializadas produtos como geléias, doces,
queijos, tapetes e móveis. Manetti informou que, dentro de 10 dias,
serão divulgados os resultados
das feiras de 2005, para que apontamentos positivos
sejam comemorados e os menos satisfatórios, melhorados.
“O relatório com os
resultados de 2005 vai dimensionar o impacto das feiras para os
empreendedores. Cada
feira estadual deste ano receberá uma análise do que
foi feito, o que permitirá qualificar melhor as feiras, conhecer melhor a
realidade dos empreendimentos e dimensionar quais são as iniciativas para que
elas feiras sejam ampliadas nos próximos anos”, disse Manetti.
No relatório, não serão divulgados dados individuais para
não criar clima de competição entre as feiras. Os dados de
desenvolvimento
estaduais vão ficar restritos aos coordenadores dos estados para que
possam analisar os resultados. O que será divulgado é o dimensionamento
alcançado pelas feiras em termos de comercialização, o nível de
satisfação e o que os produtores identificam como pontos
problemáticos que podem ser melhorados.
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