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Rio de Janeiro - O Índice de Preços ao Consumidor Semanal
(IPC-S) ficou em 0,34% na segunda semana de novembro. A variação foi
maior do que a observada na semana anterior (0,30%). A taxa também é a
mais alta desde a primeira semana de setembro, quando o índice atingiu
0,35%. O IPC-S é apurado semanalmente
pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e mede a inflação ao consumidor ao
longo dos 30 dias anteriores à data de divulgação do índice. De
acordo com a FGV, duas das sete classes de despesas consideradas no
levantamento tiveram variação positiva no índice fechado nesta
quarta-feira (15): alimentação (de 0,81% para 1,06%) e despesas
diversas (de 0,21% para 0,37%). Assim
como na semana anterior, a alta no preço dos alimentos foi a principal
responsável pelo avanço do IPC-S. A maior aceleração foi registrada nos
alimentos in natura, como frutas (de -0,73% para 0,22%) e hortaliças e
legumes (de 1,75% para 2,32%). No
grupo despesas diversas, os itens que mais pesaram foram cigarros
(0,86% para 1,33%) e cerveja, cuja deflação recuou de 0,87% para 0,19%. Repetiram
as mesmas taxas de inflação da semana passada as despesas com vestuário
(1,37%) e com saúde e cuidados pessoais (0,28%). Os
preços relacionados à habitação ficaram estáveis, gerando uma taxa de
0,00%, que ficou abaixo dos 0,04% registrados na semana anterior.
Contribuiu para a desaceleração do índice a redução nas tarifas de
energia elétrica. Continuam em queda os
gastos com educação, leitura e recreação (de –0,04% para 0,15%) e com
transportes (de -0,23% para -0,31%). Os maiores destaques em cada
classe de despesa foram, respectivamente, shows musicais (1,40% para
–2,57%) e gasolina (de -0,45% para -0,53%).
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