Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
2 de Dezembro de 2006 - 11h56 - Última modificação em 2 de Dezembro de 2006 - 11h56


Pesquisa do Inca aponta que maioria dos estudantes de enfermagem tentou parar de fumar

Luiza Bandeira
Da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Mais de 80% dos estudantes de enfermagem e quase metade dos alunos das faculdades de medicina do Rio de Janeiro tentaram parar de fumar nos últimos 11 meses. Essa é uma das informações de pesquisa divulgada nesta semana pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

O estudo analisou a relação dos estudantes universitários da área de saúde com o tabagismo em diversos países, proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMC) e pelo CDC (Centers for Desease Control) norte-americano, com o objetivo de descobrir se os estudantes fumam dentro da universidade, se conhecem as políticas antitabagistas da instituição e o quanto sabem sobre o tabagismo como dependência química.

Uma das coordenadoras da pesquisa, a epidemiologista do Liz Almeida, do Inca, explicou que no Brasil foram incluídas questões sobre o tipo de cigarro que estava sendo fumado, se de alto ou baixo teor, e sobre a compra por unidades, o que permitiria uma análise do mercado ilegal de cigarros. Ela disse que os dados se referem a estudantes do Rio de Janeiro, mas que a pesquisa já foi realizada em Campo Grande (MS) e João Pessoa (PB).

A condição para participação do estudo era ser aluno da área de saúde. “São pessoas muito influentes na sociedade, que atenderão a pessoas com problemas de saúde, e a palavra deles será muito importante para os pacientes”, justificou.

No Rio de Janeiro, a média de idade na área de medicina, de 21 anos, e na de enfermagem, de 30 anos, pode explicar, segundo Liz Almeida, algumas diferenças comportamentais percebidas na pesquisa, como a que mostrou que 60% dos estudantes de medicina já experimentaram o cigarro, mas apenas 16,6% podem ser considerados fumantes regulares. Em enfermagem, 66% já tiveram contato com o tabaco, porém somente 12,8% são dependentes.

No estudo, 80% dos entrevistados de medicina e 50% dos de enfermagem afirmaram só ter fumado uma ou duas vezes nos últimos 30 dias, o que, para a epidemiologista, confirma que uma campanha de conscientização poderia ser bem aceita por esse público.

Sobre a disposição de parar de fumar nos últimos 11 meses, foi apontada por 48% dos estudantes de medicina e por 83% de enfermagem. Entre aqueles que conseguiram deixar o vício, 42% estavam na escola de medicina e 61%, na de enfermagem.



 


  ASSUNTOS DESTA NOTÍCIA

 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina