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6 de Dezembro de 2006 - 10h43 -
Última modificação
em 6 de Dezembro de 2006 - 11h57
Presidente da Anac acredita que dia será “bastante complexo” nos aeroportos
Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
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Antonio Cruz/Abr
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Brasília - Passageiros aguardam atendimento no aeroporto Juscelino Kubitschek, que teve vôos atrasados e cancelados.
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Brasília - O presidente da Associação Nacional da aviação Civil (Anac),
Milton Zuanazzi, afirmou que o dia de hoje será “bastante complexo” devido aos
atrasos acumulados a partir da crise de ontem, quando uma falha no sistema de
comunicação prejudicou as atividades do Cindacta 1.
“Você tem toda uma malha reprimida que tem que ser
restabelecida. É como uma grande enchente, em que enche mais rápido do que
esvazia. Acredito que amanhã o sistema voltará ao normal”
Segundo o presidente da Anac, as operações já estavam
voltando à normalidade, depois de um período em crise, que começou no mês de
outubro. “Ontem estávamos na casa de 11% de atraso, enquanto no início da crise
esse índice era de 39%”.
Zuanazzi explicou que assim que se resolva o problema que
começou ontem será possível retomar o ritmo de normalização até o final do ano.
“O brasileiro não deve ter medo de voar. Ontem o caos ocorreu exatamente por
segurança. Exatamente por isso, que não se voou. Jamais um avião vai voar no
Brasil se não houver segurança”.
O presidente da Anac participa em Brasília do Congresso
Abetar 2006, organizado pela Associação Brasileira das Empresas de Transporte
Aéreo Regional para discutir o futuro da aviação brasileira. O evento começou
atrasado porque os participantes não conseguiram chegar em função dos problemas
com os vôos.
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