Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
5 de Janeiro de 2007 - 18h45 - Última modificação em 5 de Janeiro de 2007 - 18h45


Em quatro anos, governo investiu R$ 13 bilhões em saneamento, diz ministro

José Carlos Mattedi
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Nos últimos quatro anos, o governo federal transferiu R$ 13 bilhões aos estados e municípios, para aplicação em saneamento  básico. Os números foram apontados hoje (5) pelo ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, durante a solenidade em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou Lei do Saneamento Básico, no Palácio do Planalto. "Até 2024, a perspectiva de investimentos é de R$ 220 bilhões", acrescentou.

O ministro citou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad-2005) para destacar que 82,32% dos 53 milhões de domicílio particulares no país têm acesso a água. “Isso significa 43,6 milhões de famílias, contra 38,9 milhões de domicílios em 2002”, disse. E completou: “Desse total de domicílios, 69,7% têm acesso a esgoto e fossa séptica, o que equivale a 36,9 milhões de famílias. Há quatro anos, eram 32,4 milhões”.

Sobre os investimentos em saneamento básico, Márcio Fortes lembrou que de 1999 a 2002 foram liberados R$ 274 milhões do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e entre 2003 e 2004, as liberações atingiram R$ 4,1 bilhões, com recursos do FGTS e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A Pnad-2005 investigou os domicílios com serviços públicos de saneamento completo – abastecimento de água com canalização interna; ligados à rede geral de esgoto sanitário e/ou rede pluvial; e atendidos por coleta de lixo. Naquele ano, 61,1% dos domicílios se enquadravam nesse critério.

Por regiões, o estudo apontou que 8,8% das famílias do Norte tinham acesso ao serviço completo; no Nordeste, eram 34,5%; no Centro-Oeste, 36%; e no Sul, 80,7%. O Sudeste apresentou o melhor resultado do país, com 83,4% dos domicílios. O objetivo do governo é atingir, até 2024, a universalização dos serviços de saneamento – incluindo abastecimento de água, esgoto sanitário, manejo de águas pluviais e destinação de resíduos sólidos.

De acordo com a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, do Ministério das Cidades, de janeiro de 2003 a setembro de 2006 foram concluídas 2.314 obras de saneamento em todo o país e 2.720 estão em andamento.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina