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22 de Janeiro de 2007 - 16h53 - Última modificação em 22 de Janeiro de 2007 - 17h46


Mesmo com PAC não será possível crescer 5% em 2007, diz diretora do Instituto Fecomércio

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A diretora do Instituto Fecomércio do Rio de Janeiro, Clarice Messer, avalia que mesmo com as medidas anunciadas hoje (22) no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) o país não atingirá, em 2007 um crescimento de 5%, "porque os objetivos e as  prioridades, principalmente na área de infra-estrutura, têm  maturação mais longa”.

Apesar disso, ela diz que esses investimentos são o caminho que pode levar o Brasil a atingir, nos próximos três ou quatro anos, um crescimento "mais significativo" que a estimativa da entidade para a evolução do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano, da ordem de 3,5%.

“Uma coisa não desmerece a outra. Ao contrário, eu diria que o dia de hoje é muito mais importante que o dia em que os ministros forem anunciados, porque estes já terão uma direção à qual vão ter que se subordinar e imprimir ao mesmo tempo", observou. "Com todos os compartilhamentos de interesses de natureza política que a gente sabe que fazem parte da escolha dos ministros, não vai dar para ser contra essa direção, que  foi sacramentada pelo presidente Lula”.

O PAC prevê crescimento de 4,5% em 2007 e de 5% nos próximos três anos.


 

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