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31 de Janeiro de 2007 - 18h13 -
Última modificação
em 31 de Janeiro de 2007 - 18h13
Indústrias aumentam expectativa de produção, aponta pesquisa
Bárbara Lobato
Da Agência Brasil
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Marcello Casal Jr/ABr
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Brasília - O gerente executivo da unidade de pesquisa econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, divulga a Sondagem Industrial do quarto trimestre de 2006.
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Brasília - Uma pesquisa de opinião, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 22 estados brasileiros, mostra que os empresários estão planejamento aumento de sua produção. A pesquisa foi feita no período de 2 a 19 de janeiro deste ano.
“A nossa pesquisa constatou que as pequenas e médias empresas tiveram um ritmo de crescimento maior que das grandes empresas neste último trimestre do ano passado. E isso não acontecia desde 1998”, afirma o gerente executivo da unidade de pesquisa do CNI, Renato da Fonseca.
A expectativa é melhor entre os entrevistados que são proprietários de pequenas e médias indústrias. A CNI usa uma pontuação de zero a 100 para medir as expectativas. De acordo com a pesquisa, a expectativa de aumento de produção foi de 50 para 53 pontos no último trimestre do ano passado, em comparação com o mesmo período de 2005.
Cerca de 60% das empresas não alteraram a quantidade de funcionários, segundo as empresas. De acordo com Fonseca, isso se deve à influência da recuperação da atividade industrial no último semestre de 2006. “O resultado desse crescimento tem um efeito que gera aumento na renda e no consumo”.
Empresas têxteis e de veículos automotores tiveram queda na expectativa de produção, segundo a pesquisa. A explicação para esse problema, segundo Fonseca, na comparação entre o quarto semestre de 2005 e 2006 nas pequenas e médias empresas é a elevada carga tributária.
Embora tenha sido registrado um crescimento significativo nas pequenas e médias empresas, os industriais, em geral, não demonstraram expectativas elevadas para este ano. Os indicadores são similares ao do ano passado.
“As expectativas não aumentaram visto que o aumento na produção não foi forte suficiente para que mudasse as expectativas para os próximos seis meses”, afirmou Fonseca.
A pesquisa teve como amostra 1.326 empresas, das quais 189 são consideradas de grande porte e 1.137 de pequeno e médio porte.
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