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2 de Fevereiro de 2007 - 17h55 - Última modificação em 2 de Fevereiro de 2007 - 17h55


Para NAE, divergências sobre reais impactos do aquecimento serão definadas nos próximos anos

Yara Aquino e Aloisio Milani
Repórteres da Agência Brasil

 
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Brasília - O chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Oswaldo Oliva Neto, avalia que ainda não há consenso científico sobre o tamanho do impacto ambiental causado pelo aquecimento global. Para ele, isso pode ser identificado também nas discussões que geraram o relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês).

Na melhor das projeções dos 2.500 cientistas que participaram do estudo, o aumento será de 1,8 grau (a média das hipóteses encontradas, entre 1,1 grau e 2,9 graus). Na estimativa de maior aquecimento, a terra esquentará 4 graus (a média das hipóteses encontradas, entre 2,4 e 6,4 graus).

"Acredito que a humanidade ainda vai ter que esperar alguns anos para saber se o aumenTo do nível do mar será, por exemplo, de 5 centímetros ou de 1 metro", avalia. "Muitas medidas poderiam ter sido tomadas ao longo do tempo e não foram por que custa caro e acham que não valia a pena isso. Vamos ter que incorporar comportamentos novos no dia-a-dia das pessoas para contribuir com a redução de CO²."

Entenda também o que é esfeito estufa e sua participação no aquecimento global.





 

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