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2 de Fevereiro de 2007 - 18h24 - Última modificação em 2 de Fevereiro de 2007 - 18h24


França abrirá agência de desenvolvimento no Brasil para financiar projetos do PAC, anuncia ministra

Edla Lula
Repórter da Agência Brasil

 
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Fábio Pozzebom/ABr
Brasília - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, reúne-se com a ministra do Comércio Exterior da França, Christine Lagarde, para discutir ampliação na coopeeração econômica e social entre os dois países.
Brasília - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, reúne-se com a ministra do Comércio Exterior da França, Christine Lagarde, para discutir ampliação na coopeeração econômica e social entre os dois países.
Brasília - O Brasil receberá apoio do governo francês para implementar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em visita a representantes do governo brasileiro, a ministra do Comércio Exterior da França, Christine Lagarde, afirmou que está entusiasmada com o programa e anunciou a abertura, no país, da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), com o intuito de financiar projetos de desenvolvimento.

“As empresas francesas estão claramente muito interessadas, e são, provavelmente, as mais interessadas do mundo em responder ao PAC”, declarou, em entrevista após encontro com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

Segundo a ministra, os investimentos serão, especialmente, nas áreas de energia nuclear e transportes.

Ela adiantou que o governo francês trará ao país, em março, uma missão comercial com a participação de 200 empresas francesas. “Queremos que estas empresas mostrem no Brasil a sua competência tecnológica”, disse.

O governo francês quer incrementar as relações comerciais entre os dois países, que, segundo a ministra, já cresceu em torno de 16% no ano passado. Ela lembrou ainda que a França está na quarta colocação em investimentos estrangeiros diretos no Brasil.

Christine Lagarde adiantou que até o fim do primeiro semestre será inaugurada a representação da agência de desenvolvimento em Brasília. O volume de operações deverá girar em torno dos 150 milhões de euros por ano, com prioridade para projetos nas áreas de energia renovável, infra-estrutura urbana e setor bancário. A agência também pretende realizar cooperação com instituições brasileiras em países africanos nas áreas de combate ao aquecimento global, preservação da biodiversidade e combate a doenças emergentes e transmissíveis.


 


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