Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
2 de Fevereiro de 2007 - 18h47 - Última modificação em 2 de Fevereiro de 2007 - 18h53


Norte e Nordeste serão mais afetados por aquecimento global, diz secretário do Fórum de Mudanças Climáticas

Bárbara Lobato
Da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - As regiões Norte e Nordeste do Brasil sentirão muito o impacto do aquecimento global nos próximos anos, avalia o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), Luiz Pinguelli Rosa. Segundo ele, o país pode ter a produção agrícola diminuída drasticamente com alteração nos fenômenos climáticos.

De acordo com o estudo do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) divulgado hoje (2), a Terra vai se tornar mais quente até o ano de 2100, o que significa aumento do nível do mar e catástrofes naturais mais intensas. "Ainda não foi feito um estudo no Brasil para definir com clareza as conseqüências, mas podem surgir furacões, o que atualmente não existe no país”, disse.

Pinguelli teme que a desertificação mude a estrutura social na região do semi-árido. “As colheitas diminuirão e a comida pode não ser suficiente. Haveria, com isso, um desequilíbrio populacional muito grande”, afirmou.

O secretário ressaltou que as medidas de precaução precisam ser globais, uma vez que a poluição produzida em poucos países, como os Estados Unidos e a China, pode afetar o mundo todo. “Vivemos numa sociedade muito individualista e isso prejudica muito”, finalizou.

 



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina