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Rio de Janeiro - O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) fiscalizou, em 2006, cerca de 7,5 milhões de camisinhas masculinas durante a Operação Carnaval. Desse total, aproximadamente 6,6 mil unidades apresentaram irregularidades. Em 2005, a vistoria foi feita em cerca de 4,5 milhões de preservativos, dos quais 174 mil estavam irregulares. Segundo a gerente da Divisão de Fiscalização e Verificação da Conformidade do Inmetro, Márcia Rosa, atualmente é raro haver muitas unidades fora das nomras estabelecidas pelo Inmetro. “Quando encontramos um produto irregular ou sem a marca do Inmetro apreendemos o produto e solicitamos a nota fiscal de quem vendeu. Aí o fabricante ou importador passa a ser responsável e paga uma multa que pode chegar a R$ 5 milhões”. Se o responsável pela irregularidade for primário, a multa para um produto sem o selo do Inmetro varia de R$ 6 mil a R$ 8 mil. Se houver reincidência, a multa sobe para R$ 10 mil. A Operação Carnaval referente a 2007 foi iniciada hoje (5). Além de preservativos, a iniciativa envolve fantasias e acessórios, como martelos e espadas, por exemplo.
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