Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
5 de Fevereiro de 2007 - 16h36 - Última modificação em 5 de Fevereiro de 2007 - 16h36


Operação Carnaval de 2006 encontra menos irregularidades em camisinhas que em 2005

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) fiscalizou, em 2006, cerca de 7,5 milhões de camisinhas masculinas durante a Operação Carnaval. Desse total, aproximadamente 6,6 mil unidades apresentaram irregularidades.

Em 2005, a vistoria foi feita em cerca de 4,5 milhões de preservativos, dos quais 174 mil estavam irregulares.

Segundo a gerente da Divisão de Fiscalização e Verificação da Conformidade do Inmetro, Márcia Rosa, atualmente é raro haver muitas unidades fora das nomras estabelecidas pelo Inmetro.

“Quando encontramos um produto irregular ou sem a marca do Inmetro apreendemos o produto e solicitamos a nota fiscal de quem vendeu. Aí o fabricante ou importador passa a ser responsável e paga uma multa que pode chegar a R$ 5 milhões”.

Se o responsável pela irregularidade for primário, a multa para um produto sem o selo do Inmetro varia de R$ 6 mil a R$ 8 mil. Se houver reincidência, a multa sobe para R$ 10 mil.

A Operação Carnaval referente a 2007 foi iniciada hoje (5). Além de preservativos, a iniciativa envolve fantasias e acessórios, como martelos e espadas, por exemplo.  

 

 



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina