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8 de Fevereiro de 2007 - 18h14 - Última modificação em 8 de Fevereiro de 2007 - 18h14


Físico cobra ação do Estado para a biotecnologia avançar no país

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Sem uma ação governamental, a biotecnologia não vai avançar no país. A avaliação é do presidente da empresa PRDBiotec, físico José Fernando Perez, que integra o Fórum de Competitividade em Biotecnologia, formado por representantes da sociedade civil.

Para o físico, a ação do Estado diminui o alto risco que envolve a pesquisa biotecnológica. “Se você construir um avião e no último momento descobre que a asa não está boa, você corrige o projeto da asa e sabe que o avião vai decolar. Em biotecnologia, em geral, não é assim. O tempo é longo e você pode descobrir no último momento que sua droga, sua planta não vai funcionar. Você tem perda total”, explicou, no lançamento da Política Nacional de Biotecnologia, hoje (7), no Palácio do Planalto.

De acordo com Perez, a biotecnologia precisa ser vista como um negócio. “Todo mundo pensa que biotecnologia é coisa de cientista, para país de primeiro mundo. Temos condições de competir e ganhar. Dá para fazer”, ressaltou.




 


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