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11 de Fevereiro de 2007 - 11h06 - Última modificação em 11 de Fevereiro de 2007 - 11h07


Programa de Modernização da Frota incentiva participação de brasileiros na pesca marítima

Cleide Lopes
Da Voz do Brasil

 
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Brasília - Com 8,5 mil quilômetros de costa marítima o Brasil tem o o maior potencial pesqueiro do mundo, na opinião do ministro da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, Altemir Gregolin. Mas, segundo ele, boa parte da pesca oceânica Brasileira é feita com barcos estrangeiros alugados por empresas do país.

O aumento da participação de pescadores brasileiros nessa atividade é visto por Gregolin como uma forma de gerar riquezas para o país, criar emprego e renda. Para atingir esse objetivo, o governo criou o Programa Nacional de Financiamento da Ampliação e Modernização da Frota Pesqueira (Profrota). Além de estimular o desenvolvimento da indústria naval, o programa visa a ampliação da pesca em águas profundas.

Esta semana, o ministro Altemir Gregolin assinou, no Porto de Recife, mais três contratos, para a construção de três  embarcações, destinadas à pesca do atum  na costa brasileira. Segundo o ministro, o programa tem também o caráter de desenvolver a pesca ordenada, conduzindo a atividade para a prática ambiental sustentável.

"Temos hoje mais de um bilhão de reais para financiar esse programa durante quatro anos, é um programa que dá prazo de pagamento de até 18 anos, com juros fixos de 7 a 12%, ou seja  tem a presença efetiva do governo federal no financiamento   e desenvolvimento da pesca no país", explica o ministro.

Segundo Gregolin  o programa começou a funcionar no ano passado, e já aprovou 21 projetos, uma embarcação construída pelo programa já está em operação no litoral catarinense. O ministro lembrou que  as empresas interessadas em pegar financiamento para a construção e reforma de embarcações podem se escrever até o próximo mês. "Nós temos um outro edital  aberto, que fecha no dia  12 de março que vai financiar mais 54 embarcações, mais de cem milhões de reais, portanto as empresas interessadas  não devem perder tempo", analisa o ministro.


 


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