Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
13 de Fevereiro de 2007 - 20h35 - Última modificação em 13 de Fevereiro de 2007 - 21h06


Ministério não abre mão de portaria para trabalhadores expostos ao amianto, diz Agenor Álvares

Alex Rodrigues e Manoela Alcântara
Da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Ao dizer não ter dúvidas sobre a importância da portaria que obriga as empresas de amianto a produzir listas anuais dos trabalhadores e ex-empregados expostos ao produto, o ministro da Saúde, Agenor Álvares, afirmou que o texto da Portaria  1.851 “segue intocado”. A regra é questionada pelas empresas do setor no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A lista deve ser enviada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e aos sindicatos de trabalhadores.

“A posição do ministério da Saúde é de não abrir mão desta política e desta portaria. A não ser que a Justiça determine o contrário”, reafirmou. Hoje (13), representantes do ministério e da Procuradoria Geral da República (PGR) se reuniram para discutir a estratégia ministerial para derrubar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em 12 de dezembro, o STJ deu ganho de causa com uma liminar para as empresas que recorreram da portaria.

Após participar de uma reunião com o Conselho Nacional de Saúde (CNS), o ministro confirmou que o ministério vai recorrer da liminar concedida pelo STJ às empresas, desobrigando-as a atender à portaria. “Sabemos que há, na Justiça, uma ação contra a decisão. Já fornecemos subsídios para a Procuradoria Geral da República (PGR) a fim de que possamos derrubar essa liminar. E não temos dúvida nenhuma quanto ao mérito da portaria”.

O ministro afirmou que o teor da portaria foi discutido com as indústrias, com os trabalhadores e com os profissionais de saúde antes de o ministério publicar a decisão, em agosto de 2006. “Esta posição tem divergências de alguns segmentos do comércio e da indústria de amianto, mas o que nos preocupa é a proteção do trabalhador e das pessoas que usam derivados de amianto”.

Álvares voltou a citar o exemplo de países que proíbem a utilização do produto. “Só cinco países utilizam o amianto ou os componentes derivados do amianto na produção industrial. Se isso [o amianto] fosse bom, ele não teria sido abolido, por exemplo, na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá”, disse o ministro, ressaltando que no Canadá, o amianto só é utilizado para exportação. Além do Canadá, os outros países a que o ministro se refere são Brasil, Rússia, China e Índia.



 

  •   VÍDEO

    Afastamentos do trabalho

    O Ministério da Previdência Social está preocupado com os acidentes de trabalho. Causa de licenças e até mesmo de aposentadoria por invalidez, os acidentes foram rastreados, pesquisados e transformados em um banco de dados para consulta pública.

    Forum Social Mundial

    A fome é assunto que ganha espaço, a cada dia, na agenda de líderes e da sociedade organizada. No fórum Social Mundial, realizado no Quênia, na África, a pergunta que se faz é: como conciliar a produção de alimentos, a oferta de trabalho e a preservação ambiental?

 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina