Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
13 de Fevereiro de 2007 - 12h53 - Última modificação em 13 de Fevereiro de 2007 - 14h46


Bloqueio de recursos para saúde será de R$ 3,5 bilhões, segundo Ministério da Saúde

Manoela Alcântara
De A Voz do Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Marcello Casal JR./Abr
Brasília - O ministro da Saúde, Agenor Alvares, participa de reunião do Conselho Nacional de Saúde sobre a Política Nacional de Regulação, o orçamento da saúde no Brasil, o Plano Diretor de Vigilância Sanitária e a 13ª Conferência Nacional de Saúde
Brasília - O ministro da Saúde, Agenor Alvares, participa de reunião do Conselho Nacional de Saúde sobre a Política Nacional de Regulação, o orçamento da saúde no Brasil, o Plano Diretor de Vigilância Sanitária e a 13ª Conferência Nacional de Saúde
Brasília - O bloqueio de recursos do Orçamento Geral da União para a área de saúde será de R$ 3,5 bilhões, segundo o ministro da Saúde, Agenor Álvares, que participou da reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS). O anúncio do contingenciamento de recursos para cada área ainda não foi anunciado oficialmente pelo governo, mas o assunto foi discutido na reunião do conselho político dos partidos da base aliada com o presidente Lula hoje (13).

O ministro adiantou aos conselheiros que o contingenciamento de recursos não afetará áreas como o atendimento do Sistema Único de Saúde, por exemplo. “O corte será feito nas atividades internas (viagens, diárias, seminários, congressos), na máquina, de modo que não haja prejuízo na ponta, no atendimento à saúde", explicou.

Segundo Álvares, a decisão de contingenciar os recursos foi tomada na noite de ontem (12) em uma reunião dos ministros da área social com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a viabilização dos projetos previstos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Como o Orçamento aprovado pelo Congresso Nacional tem o caráter apenas autorizativo, e não impositivo, a equipe econômica do governo pode sugerir ao presidente da República o contingenciamento dos gastos previstos para custeio e investimento. Mas esse contingenciamento não pode atingir os repasses obrigatórios previstos por lei, como os recursos constitucionais para saúde e educação ou repasses para estados e municípios, por exemplo.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina