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15 de Fevereiro de 2007 - 18h18 - Última modificação em 15 de Fevereiro de 2007 - 21h19


Quase metade da verba contingenciada iria para políticas sociais

Edla Lula e Daniel Merli
Repórteres da Agência Brasil

 
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Marcello Casal Jr/ABr
Brasília - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fala à imprensa sobre o contingenciamento de R$ 16,4 bilhões no Orçamento Geral da União deste ano
Brasília - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fala à imprensa sobre o contingenciamento de R$ 16,4 bilhões no Orçamento Geral da União deste ano
Brasília - O Ministério do Planejamento anunciou hoje (15) o bloqueio de R$ 16,4 bilhões que estavam previstos no Orçamento Geral da União para serem gastos ao longo do ano. Dessa verba contingenciada, 46% corresponde à área social. As despesas para as políticas sociais estavam previstas em R$ 65,069 bilhões e passaram a ser de R$ 57,376 bilhões.

O principal corte foi no Ministério da Saúde, que contava com orçamento de R$ 40,638 bilhões pelo orçamento aprovado no Congresso Nacional. Teve corte de R$ 6,452 bilhões.

Considerando o total de verba empenhada pelo Ministério da Saúde no ano passado, o orçamento liberado para este ano também é menor. Em 2005, a pasta empenhou R$ 35,45 bilhões. Este ano está autorizada a gastar R$ 34,876 bilhões.

Mesmo com os cortes, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, garante que as políticas sociais foram preservadas. Segundo Bernardo, foram cortados apenas investimentos administrativos, como aquisição de carros novos, compra de computadores ou móveis, por exemplo.


 


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