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17 de Março de 2007 - 13h23 - Última modificação em 17 de Março de 2007 - 13h23


Banco de dados vai ajudar a identificar produtos que causam acidentes

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - Queimaduras em fogões, embalagens frágeis que se rompem ou quebram, produtos que dão choque nas pessoas, brinquedos que podem ser engolidos por crianças.  A partir de agora, se um cidadão brasileiro já teve um "acidente de consumo" como esse, vai poder informar as autoridades para que, no futuro, os produtos perigosos sejam melhorados ou retirados do mercado.

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) estão criando um banco de dados sobre os registros de acidentes de consumo em todo o país. As informações sobre os acidentes estão sendo coletadas em hospitais e entidades de defesa do consumidor.

As denúncias sobre produtos perigosos também podem ser feitas pelos próprios consumidores, no site do Inmetro na internet (www.inmetro.gov.br). As informações serão incluídas no banco de dados, que o instituto prevê disponibilizar às consultas no prazo de um ano.

“A nossa expectativa é que no horizonte de no máximo um ano  nós já tenhamos um acervo significativo de informações que nos permita usar  o banco de dados para objetivos de  melhorar as normas e regulamentos, recomendar às empresas que melhorem os produtos e também desenvolver campanhas educativas voltadas ao consumidor, para que ele observe maiores cuidados com esses produtos que levam a uma maior quantidade de acidentes”, explica o diretor de Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo.


O Inmetro é vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior(MDIC),  




 


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