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12 de Abril de 2007 - 21h43 - Última modificação em 13 de Abril de 2007 - 08h30


Sociedade civil vai participar da gestão de rede de TVs públicas, diz Franklin

Mylena Fiori
Repórter da Agência Brasil

 
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Fabio Pozzebom/ABr
Brasília - O ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, é entrevistado no programa VerTV, exibido pela TV Nacional
Brasília - O ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, é entrevistado no programa VerTV, exibido pela TV Nacional
Brasília - Representantes da sociedade civil também vão participar da gestão da rede de TVs públicas que será criada pelo governo federal, afirma o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social. O modelo ainda está em discussão, segundo ele, mas deverá seguir sistemas que já existem em outros países de "controle social " da TV. "O modelo, na maioria dos países do mundo que têm rede pública, é com um conselho de supervisão, aconselhamento e controle do trabalho da diretoria", explicou em entrevista exclusiva à Agencia Brasil.

Nesses países, segundo ele, o conselho é nomeado em geral pelo governo com "pessoas representativas de diferentes setores da sociedade". "Algo que exprima a sociedade dentro desse conselho de modo a ter um controle social sobre a gestão”, afirmou.

O modelo definitivo de gestão deverá ser desenhado em 30 dias por um grupo de trabalho integrado pelos ministérios da Educação, Cultura e Comunicações, sob a coordenação de Franklin Martins. No mesmo prazo serão definidos os modelos de financiamento e de rede.

Dentro de 30 dias o grupo de trabalho coordenado pelo ministro de Comunicações deverá apresentar, ao governo federal, os: modelos de gestão, de financiamento e de rede pública. Segundo Franklin Martins, depois disso, o governo trabalhará por cerca de 90 dias no projeto de implantação da rede TV Pública. "O cronograma é visando, no final do ano, termos possibilidade de estar com uma rede pública, nucleada por estas instituições ligadas ao governo federal, em funcionamento”, afirmou. “É um desafio não só do governo federal, mas da sociedade . É preciso que a sociedade diga 'eu quero uma TV Pública que vá além da TV comercial' e ajude a construir isso”.


 


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