|
|
14 de Abril de 2007 - 14h25 -
Última modificação
em 14 de Abril de 2007 - 19h31
Delegados da PF presos em Brasília recebem visita de solidariedade de representante de órgão de classe
Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil
|
|




|
José Cruz/ABr
|
Brasília - O representante da Federação dos Delegados da Polícia Federal, Carlos Pereira Galo, fala à imprensa ao chegar à sede da PF
|
Brasília - Os delegados Susie Pinheiro Dias de
Mattos, Luiz Paulo Dias de Mattos e Carlos Pereira da Silva, presos
ontem na Operação Hurricane (furacão), receberam
hoje a visita do representante da Federação Nacional
dos Delegados da Polícia Federal, Luís Gallo. Ele disse
que foi à superintendência da PF para prestar
solidariedade aos três colegas presos.
“A classe dos delgados da PF está
unida e solidária com seus companheiros que estão sob
custódia”. Segundo ele os delegados não sabem de que
estão sendo acusados.
O advogado Renato Tonini, que
representa Virgílio Medina, irmão do ministro Paulo
Medida, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), disse ao chegar
para visitar seu cliente que não sabia dos motivos da prisão.
“Os advogados são como marido enganado. Somos os últimos
a saber”.
Vários advogados estão
na superintendência da PF conversando com seus clientes; outros
saíram e voltam às 14h, quando devem começar a
ser tomados os depoimentos dos 25 presos.
O advogado Délio Machado, que
representa José Ricardo de Figueira Regueira e Ailton
Guimarães, presidente da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, disse que
considera a ação da Polícia Federal, uma espécie
de perseguição.
Segundo ele, Regueira já foi
perseguido antes e, absolvido pelo Supremo Tribunal Federal, voltou a
assumir o cargo que exercia naquele momento.
Machado também informou que
não sabe o que existe nessa acusação. “Só
existe um despacho do ministro Cesar Pelluso decretando a prisão
baseado em uma manifestação do Ministério
Público".
|
|
|
LEIA MAIS SOBRE OS ASSUNTOS
|
|