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14 de Abril de 2007 - 17h42 -
Última modificação
em 14 de Abril de 2007 - 18h40
Brasil será modelo de educação digital infantil em países pobres, avalia pesquisador
André Deak*
Enviado especial
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wilson Dias/ABr
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Porto Alegre - David Cavallo, do Laboratório de Mídia do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), um dos desenvolvedores dos protótipos do projeto OLPC (One Laptop Per Child, um computador por criança), que já está sendo testado no Brasil para uso em escolas públicas.
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Porto Alegre - O modelo que está sendo criado no Brasil para educar crianças
com computadores pessoais portáteis (laptops) deverá ser adotado depois por
muitos países pobres que também decidirem pela educação digital
infantil.
A avaliação é de David Cavallo, um dos principais
pesquisadores do Laboratório do Futuro da Aprendizagem do Instituto de
Tecnologia de Massachusets (MIT, Massachusetts Institute of
Technology).
O MIT é um dos mais importantes centros de criação tecnológica
do mundo e é onde nasceu a idéia do projeto OLPC (One Laptop Per
Child), que no Brasil poderá se chamar UCA (Um Computador por Criança),
que hoje tem o governo federal e diversas instituições brasileiras como
parceiros.
"Houve um Congresso em Boston, e um grupo do Brasil veio
visitar nosso trabalho em comunidades carentes. Todos falam que é bom,
mas que não adianta como referência, porque os carentes nos EUA não são
a mesma coisa que no Brasil. Em Ruanda não vao olhar para o que fazemos
em Boston, vão olhar para o Brasil", diz. Ruanda, na África, é um dos
países que pretende implantar o OLPC nas escolas públicas, como o
Brasil.
O pesquisador está no Fórum Internacional Software Livre
(FISL), que termina hoje (14) em Porto Alegre. O FISL começou na
quinta-feira (12) e termina hoje (14), com a participação dos principais
profissionais brasileiros e de estrangeiros que trabalham no setor
de programação com o código aberto.
*A equipe da Agência Brasil viajou a convite da Casa Civil da Presidência da República
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