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Brasília - A assessoria de imprensa da Polícia Federal (PF) respondeu hoje (16) às críticas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre as dificuldades denunciadas pelos advogados dos presos pela Operação Furacão. Os profissionais têm se queixado de falta de acesso aos clientes, aos processos e da divulgação de fotos dos presos.
Segundo a assessoria, a PF está segura e tranqüila de que cumpre todas as prerrogativas legais, sob estreita vigilância da Procuradoria-Geral da República e do ministro-relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF) Cezar Pelluzo.
Sobre os depoimentos que estão ocorrendo em Brasília, a assessoria informou que a primeira rodada termina hoje e que novas argüições poderão ocorrer. Alguns depoentes manifestaram interesse em prestar novo depoimento depois que tiverem acesso ao inquérito, mas essa decisão depende do STF.
A assessoria negou que todos os presos tenham ficado calados durante os depoimentos. Informou que alguns colaboraram com a polícia e contribuíram fortemente com as investigações.
O material apreendido durante a Operação Furacão, realizada no Rio na última sexta-feira (13), vai para perícia, como as jóias que deverão ser avaliadas. O material de computador será reproduzido para análise.
De acordo com a assessoria, a prisão preventiva deve ser prorrogada. Os carros apreendidos - 51 mais uma moto - devem chegar hoje à tarde a Brasília. A PF informou que também foram apreendidas armas.
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