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16 de Abril de 2007 - 19h51 - Última modificação em 16 de Abril de 2007 - 19h52


PF diz que presos estão sendo tratados sem "privilégio" por classe ou profissão

Carina Dourado
Repórter da TV Nacional

 
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Brasília - Todos os 25 suspeitos detidos na Operação Furacão estão sendo tratados dentro dos "procedimentos de rotina", segundo a superintendente da Polícia Federal (PF) em Brasília, Valquíria Souza Teixeira de Andrade. A operação, realizada pela PF na última sexta-feira (13), deteve empresários, desembargadores, policiais federais, juízes, advogados, empresários do jogo e diretores de escola de samba. Eles são suspeitos de envolvimento na exploração de jogos ilegais.

A superintendente afirma que não há "privilégio, independente da classe, gênero ou profissão". Os advogados de alguns dos suspeitos reclamaram da forma como seus clientes estão sendo tratados. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com ação hoje (16) pedindo, entre outras coisas, cela especial para os suspeitos com curso superior completo. A superintendente afirmou que os suspeitos "têm de aceitar as celas especiais que temos".

A maioria dos 32 presos que estavam nas sete celas da Superintendência da PF em Brasília foram transferidos para a chegada dos 25 suspeitos presos na Operação Furacão.



 


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