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16 de Abril de 2007 - 17h44 - Última modificação em 16 de Abril de 2007 - 19h09


OAB entra com recurso no Supremo para garantir direitos a presos na Operação Furacão

José Carlos Mattedi
Repórter da Agência Brasil

 
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Antônio Cruz/ABr
Brasília - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, chega ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da Operação Furacão
Brasília - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, chega ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da Operação Furacão
Brasília - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, recebeu hoje (16) mandado de segurança elaborado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em relação aos 25 suspeitos detidos na Operação Furacão. A operação, realizada pela Polícia Federal (PF) na última sexta-feira (13), deteve 25 pessoas suspeitas de envolvimento em jogos ilegais.

Peluso prometeu atender aos três pedidos que estão no mandado de segurança, afirma o presidente da OAB, Cézar Britto, que foi ao Supremo esta tarde. A ordem pede cela especial aos presos que têm curso superior completo, contato visual do advogado com o detento e acesso direto dos advogados aos autos da investigação.

Até o momento, segundo os advogados, a conversa entre as duas partes vem sendo feita por interfone. Os advogados também reclamam da falta de acesso aos documentos e foram contrários à proposta do STF de disponibilizar o conteúdo das acusações apenas pela internet. "São três prerrogativas que o ministro ficou de atender", disse Britto.

O ministro Peluso também ficou de fazer contato com a Superintendência da PF, em Brasília, onde estão alojados os presos para saber do tratamento que vem sendo dispensado aos suspeitos.


 


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