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17 de Abril de 2007 - 20h36 - Última modificação em 17 de Abril de 2007 - 20h36


Advogado reclama da falta de acesso direto a cliente preso durante Operação Furacão

Érica Santana
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Nenhum dos 25 suspeitos detidos dentro da Operação Furacão conseguiu ter conversar reservadamente com seus advogados, criticou hoje (17) o advogado João Mastieri. Ele representa o procurador regional da República do Rio de Janeiro João Sérgio Leal, um dos 25 suspeitos. O contato entre advogados e presos está sendo feito por meio de um interfone, conhecido como parlatório.

Ontem, através de despacho, o relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cézar Peluso determinou que houvesse “ contato pessoal, direto e reservado entre os presos e seus patronos”.

Só hoje, o advogado do procurador-geral teve acesso aos autos, por meio de um CD entregue na manhã de hoje pelo STF, após pedido coletivo dos advogados. “Estávamos impedidos de fazer qualquer defesa até hoje”, disse Mastieri.

 


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