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wilson Dias/ABr
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Brasília - Cinco caminhões-cegonha chegam à Superintendência da Polícia Federal com carros apreendidos na Operação Furacão. Eles ficarão em um estacionamento ao lado da superintendência
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Brasília - Quatro dias após
a prisão de 25 suspeitos durante a Operação
Furacão, os advogados dos presos tiveram acesso ao inquérito
que corre na Polícia Federal (PF). A possibilidade de ler os
documentos só foi aberta após decisão do
ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal, atendendo pedido
da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Os advogados receberam
cópias em disquete do processo com informações
atualizadas até o meio-dia de hoje (17). Eles assinaram um
termo de compromisso de manter sigilo sobre o teor dos documentos e
divulgá-los à imprensa “O que de certa forma, a
Polícia Federal não fez, nós faremos”, disse
Nélio Machado, advogado de três dos suspeitos. Machado
refere-se ao fato de um vídeo, feito pela PF, ter sido exibido
pela TV Globo.
"Vou me reservar em
fazer qualquer comentário com relação ao
conteúdo porque há sigilo decretado e abertura de
vistas aos advogados se deu em contrapartida ao compromisso de não
revelarmos o conteúdo da documentação”,
afirma.
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