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24 de Abril de 2007 - 21h37 - Última modificação em 25 de Abril de 2007 - 11h41


MEC cria critério para substituição de professores nas universidades

Irene Lôbo e Juliana Andrade
Repórteres da Agência Brasil

 
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Antonio Cruz/ABr
Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, fala durante lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação, no Palácio do Planalto
Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, fala durante lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação, no Palácio do Planalto
Brasília - O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) criou um sistema que pretende facilitar a contratação de professores das universidades federais. É uma espécie de banco de vagas, em que as universidades ficam com crédito, junto ao Ministério do Planejamento, para substituir professores aposentados ou exonerados.

Nesse banco de vagas, o professor com 40 horas de dedicação semanal tem peso um. O professor com dedicação de 20 horas semanais tem peso 0,5. Já o professor com 40 horas de dedicação exclusiva, tem peso 1,55. A medida está prevista em portaria dos ministérios da Educação e Planejamento, Orçamento e Gestão.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, a medida representa um passo importante no sentido da autonomia universitária. "A instituição passa a ter um crédito junto ao governo e pode planejar os seus concursos para o ano seguinte. Isso vai dar às instituições uma capacidade de gestão na direção da autonomia universitária, que e um princípio constitucional que não era respeitado no passado", disse o ministro, em entrevista após o lançamento do PDE.

O plano reúne 42 medidas, que englobam desde o ensino infantil ao ensino superior. De acordo com o ministro, para colocar em prática todas as ações previstas no PDE será preciso investir mais R$ 8 bilhões, até 2011. "Nós estamos encaminhando para a área econômica todas as planilhas de cada uma das ações", disse Haddad.


 


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