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Brasília - O Conselho Nacional de Justiça prevê
para o dia 15 de maio a apreciação da sindicância
sobre o envolvimento de magistrados com os delitos investigados pela
Operação Furacão, da Polícia Federal.
Segundo o site do CNJ na internet, a previsão é
do conselheiro responsável pelo caso, Vantuil Abdala.
Segundo o site, mantido pela
assessoria do conselho, os autos do inquérito da PF sobre o
caso ainda não foram enviados para Abdala. Se o CNJ resolver
abrir processo disciplinar contra os juízes, eles poderão
ter seu afastamento temporário decretado, até que as
investigações sejam concluídas.
O eventual processo a ser aberto contra os
magistrados teria caráter administrativo, portanto poderá,
no máximo, resultar em seu afastamento definitivo, com
“vencimentos proporcionais ao tempo de serviço”, segundo a
assessoria do CNJ. Os magistrados só perderão seus
salários caso sejam condenados no processo criminal do Supremo
Tribunal Federal.
Entre os investigados pela Operação Furacão, está o ministro do STJ Paulo Medina. Os magistrados são acusados de negociar a venda de sentenças.
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