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25 de Abril de 2007 - 21h16 - Última modificação em 25 de Abril de 2007 - 21h39


PF não confirma oficialmente como será transporte de acusados na Operação Furacão

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Até a noite de hoje (25), a assessoria da Polícia Federal não confirmou detalhes do esquema de transporte dos presos da Operação Furacão para o Rio de Janeiro nesta quinta-feira, onde pelo menos três deles devem ser interrogados na 6ª Vara Federal Criminal. As informações anteriores da própria PF eram de que o grupo seguiria em um avião, que decolaria às 9 horas de um hangar próximo ao aeroporto de Brasília. Contudo, não há informação definitiva sobre o esquema, o número de policiais envolvidos na operação, o seu custo financeiro, ou para onde os acusados serão levados após os depoimentos.

Entre os presos pela Operação Furacão, deflagrada pela Polícia Federal no dia 13 de abril, estão contraventores, delegados e magistrados acusados de crimes como corrupção, tráfico de influência e envolvimento com jogos ilegais. Foi uma das maiores operações de combate à corrupção já realizadas no país, por causa do nível das pessoas envolvidas. A investigação mostrou a relação entre a Justiça e os bingos, que obtinham liminares ilegalmente para funcionar.

Do total de 25 presos, três foram liberados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, por terem foro privilegiado: os desembargadores federais José Ricardo de Siqueira Regueira e José Eduardo Carreira Alvim, e o procurador regional da República João Sérgio Leal Pereira. O desembargador Ernesto da Luz Pinto Dória, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, foi solto ontem (23), depois de conseguir um habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ).



 


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