Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
7 de Maio de 2007 - 21h28 - Última modificação em 7 de Maio de 2007 - 21h30


Com decisão de vender refinarias, Petrobras se prepara para deixar área de refino na Bolívia

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Se concretizar a venda para o governo boliviano das refinarias de Cochabamba e Santa Cruz de la Sierra, a Petrobras deixará o setor de refino de petróleo no país vizinho. A decisão de apresentar uma proposta de venda foi anunciada hoje (7) pelo presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.

Atualmente, a Petrobras processa diariamente cerca de 45 mil barris de petróleo, principalmente o condensado - líquido associado ao gás natural –, além de diversos outros produtos como o óleo cru reconstituído.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou ontem a decisão de proibir que empresas petrolíferas atuando no país continuem exportando petróleo e derivados. Só podem vendê-los para a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), a estatal local, a US$ 30,35 o barril. O preço no mercado internacional oscila em torno dos US$ 55.

Há alguns meses, a Petrobras e a YPFB vem discutindo (e discordando) sobre o preço que a Bolívia pagaria pelas duas refinarias. Gabrielli não quis revelar o valor pedido pelas refinarias.

Segundo a assessoria da estatal brasileira, ambas foram adquiridas em 1999, por US$ 102 milhões, "em estado lastimável".
A Petrobras investiu pesado na melhoria das instalações.



 

  •   VÍDEO

    Manifestações na Bolívia reduzem fornecimento de gás natural

    Manifestações provocaram o corte de 20% do gás natural fornecido ao Brasil e à Argentina, segundo governo boliviano. Protestos exigem o aumento da transferência de rendimentos, para a população, do dinheiro obtido com o gás

    Evo pede preço justo para diminuir assimetrias

    Presidente da Bolívia, Evo Morales, diz a Lula durante Cúpula do Mercosul que o Brasil deveria pagar um preço justo pelo gás boliviano para diminuir as assimetrias entre os países

    Nacionalização dos minérios na Bolívia

    Após nacionalização do gás, governo do presidente Evo Morales também pretende nacionalizar minérios no país

 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina