Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
18 de Maio de 2007 - 15h54 - Última modificação em 18 de Maio de 2007 - 19h06


Em Recife, coletivo aposta na inclusão social de famílias para combater violência sexual

Marcia Wonghon
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Recife - Cerca de 100 adolescentes, de 14 a  20 anos, de comunidades de baixa renda de Recife e Olinda, que viviam em situação violência e de exploração sexual, estão recebendo apoio psicológico e assistência social da organização não-governamental Coletivo Mulher Vida. A ONG, que funciona desde 1991, com contribuições financeiras de instituições internacionais da comunidade européia, desenvolve um trabalho com a intenção de reduzir e prevenir os índices de violência doméstica e sexual.

As jovens passaram a ser acompanhadas diariamente para sair da situação de vulnerabilidade social, juntamente com as famílias, que foram incluídas em programas sociais do governo federal, a exemplo do Bolsa Família. De acordo com Maria Luiza Duarte, do Coletivo Mulher Vida, estão sendo oferecidas oportunidade para ingresso em cursos profissionalizantes na rede de órgãos públicos existentes e de outras instituições parceiras.

"As ações ainda são insuficientes em relação ao tamanho do problema. Uma ONG não pode exercer a função do poder público, que é de prestar atendimento em massa. Desenvolvemos uma experiência que precisa ser ampliada para obtenção de resultados mais eficazes”, disse Maria Luiza.

As meninas atendidas pelo Coletivo Mulher Vida vem melhorando a auto-estima, o convívio familiar e se afastando da vulnerabilidade da exploração sexual a que eram submetidas. O Coletivo Mulher Vida defende uma maior abragência das políticas públicas com relação ao problema da exploração sexual, que acontece dentro de bares, restaurante, ruas, motéis e bordéis. “Muita gente considera que uma garota de programa de 14 anos sabe o que está fazendo e considera que ela não precisa de ajuda. Na verdade, essas jovens não escolheram esse tipo de trabalho, são vítimas de exploradores.”


 

  LEIA MAIS SOBRE OS ASSUNTOS
  •   VÍDEO

    Dia de Combate à Exploração Sexual Infantil

    Manifestação na Esplanada dos Ministérios marcou o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

    Exploração Sexual

    A exploração e o abuso sexual de crianças e adolescentes foram constatados em 930 municípios brasileiros. A situação é pior na região Nordeste

 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina