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22 de Maio de 2007 - 11h30 - Última modificação em 22 de Maio de 2007 - 11h30


Greve da PF não vai atrapalhar resolução de casos de urgência no Paraná, avalia sindicato

Lucia Nórcio
Repórter da Agência Brasil

 
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Curitiba - A paralisação dos cerca de 700 policiais federais do Paraná não vai interferir nos casos que têm que ser solucionados com urgência.

Nos pontos estratégicos como Foz do Iguaçu, região de fronteira, um efetivo foi designado para esse tipo de trabalho, segundo informou à Agência Brasil, o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Estado do Paraná (Sinpef/PR), Silvio Jardim.


Em Foz, os policiais concentraram esse plantão nas pontes da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai, Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu a Puerto Iguazú, na Argentina, e no Aeroporto Internacional. A mesma estratégia vale para os portos.


Em Curitiba, os 200 policiais federais que trabalham na superintendência estão desde cedo reunidos  para discutir as principais reivindicações da categoria e atender serviços como a emissão de passaporte em caráter de urgência.


Segundo o presidente,  a expectativa de todos está voltada para a nova rodada de negociações marcada para a próxima quinta-feira(24) em Brasília. “O governo acha que reconhecer a dívida já é um avanço, mas o que queremos é que seja revisto a forma do pagamento, senão podemos continuar com a paralisação por tempo indeterminado”


A categoria reivindica o cumprimento do acordo de reajuste salarial fechado com o governo no ano passado. Eles protestam contra o parcelamento em duas vezes da segunda parcela de 30% do reajuste.


A diferença em relação à proposta apresentada no último dia 14 foi que, ao invés do pagamento em junho de 2008 e junho de 2009, o pagamento seria feito em março de 2008 e março de 2009. “Em 2009 já teremos que negociar as perdas salariais dos últimos anos”. afirma o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Paraná.



 


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