Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
23 de Maio de 2007 - 09h19 - Última modificação em 23 de Maio de 2007 - 17h09


Polícia Federal envia à Procuradoria Geral da República documentos da Operação Navalha

Priscilla Mazenotti
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - A Polícia Federal encaminhou ao procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, documentos referentes à Operação Navalha, que investiga esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos de obras públicas. O Ministério Público Federal é que demandou os pedidos de busca, apreensão e prisão preventiva, executados pela Polícia Federal desde a última quinta-feira (17).

Entre os documentos estaria uma lista com nomes de parlamentares e autoridades que teriam envolvimento com o esquema. O documento foi apreendido na sede da construtora Gautama, em Salvador. A empresa é acusada de liderar o esquema de fraude. Como na lista há nomes de pessoas que têm foro privilegiado, o inquérito pode ser desmembrado e enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por julgar ações relacionadas a parlamentares e ministros, por exemplo. O procurador-geral analisa essa possibilidade e a expectativa é que ele dê o encaminhamento necessário ainda hoje.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou a investigação, ouve desde segunda-feira depoimentos dos detidos pela operação. A ministra Eliana Calmon ouviu até a madrugada 11 suspeitos. Estavam previstos mais dois depoimentos, do presidente da Companhia Energética do Piauí (Cepisa), José Targa Juni, e do empresário José Edson Vasconcelos Fontenelle, mas foram suspensos por causa da hora e adiados para a manhã de hoje (23).

Oito depoentes que permaneciam presos na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, foram soltos pela ministra Eliana Calmon à medida que iam sendo ouvidos. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, revogou a prisão de mais quatro acusados, entre eles o deputado distrital Pedro Passos (PMDB).

Ontem, o ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, pediu demissão do cargo após serem divulgadas pela imprensa uma série de imagens de uma entrega de R$ 100 mil para seu assessor Ivo Almeida Costa, na própria sede do ministério. Rondeau teve uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, em seguida, comunicou que vai deixar o ministério. Sua decisão foi confirmada por meio de uma nota oficial. Rondeau voltou a se defender das suspeitas, que chamou de "mentiras" e "insinuações", e disse que confia na Justiça.

A matéria foi atualizada às 17h12 para acréscimo de informações

 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina