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25 de Maio de 2007 - 19h11 - Última modificação em 26 de Maio de 2007 - 10h31


STJ decide manter preso diretor da Gautama, após depoimento de quatro horas

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter preso o diretor da Construtora Gautama Vicente Vasconcelos Coni, após depoimento de quatro horas - o mais longo até agora. A ministra responsável pelo inquérito, Eliana Calmon, só havia mantido presos dois depoentes, que tinham se negado a responder às perguntas. A assessoria do STJ disse ainda não conhecer a justificativa da ministra para a decisão de hoje (25).

Coni foi o 31º dos 47 presos pela Operação Navalha a depor no STJ. Após saber que permaneceria preso, Coni ainda tentou, por dez minutos, esclarecer as dúvidas da ministra, mas ela o manteve preso. O próximo depoimento é um dos mais aguardados: a diretora comercial da Construtora Gautama, Maria de Fátima Palmeira. Ela é considerada o braço direito do dono da empresa, Zuleido Soares Veras - que será ouvido amanhã.

Os depoimentos dos presos pela Operação Navalha, da Polícia Federal (PF), estão sendo colhidos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela ministra Eliana Calmon.

A PF prendeu 47 pessoas supostamente envolvidas em fraudes em licitações, desvio de recursos de obras públicas e aliciamento de agentes administrativos. Os depoimentos começaram na segunda-feira (21).


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