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31 de Maio de 2007 - 18h49 - Última modificação em 31 de Maio de 2007 - 18h49


Governo e empresários discutem agenda de obras para o Porto de Santos

Gabriel Corrêa e Paulo Montoia
Da Agência Brasil

 
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São Paulo - A Secretaria Especial dos Portos da Presidência da República, criada neste ano, pretende fechar em 30 dias com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) uma agenda de obras consideradas prioritárias no Porto de Santos. Os recursos para essas obras estão previstos no Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC), anunciaram hoje (31) o ministro Pedro Brito e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, após a primeira reunião de trabalho com os empresários, na sede da instituição.

Entre as medidas "de maior impacto e mais urgentes“, segundo Brito, estão os acessos rodoviário (Rodoanel), ferroviário (Ferroanel) e marítimo; e a adequação do porto ao Código Internacional de Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code, em inglês).

“Dentro dessa pauta, vamos selecionar os itens mais importantes e vamos todos juntos lá – os empresários, o governo e os prefeitos da Baixada Santista – anunciar uma solução para esses principais problemas. Essa é a principal resolução desse encontro de hoje", informou o ministro.

Ele garantiu que R$ 100 milhões já estão alocados no PAC para as novas rodovias marginais (contornam as cidades de Santos e Guarajá) de acesso ao porto. A verba geral do Programa para os portos é de R$ 2,7 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão para dragagens, “que é o problema mais importante e que consome mais dinheiro”.

“Nós estamos com uma dessas marginais em construção e a outra depende de licenciamento ambiental. Daremos dedicação total, nos próximos dias, à obtenção dessa licença, para poder começar logo a obra e acelerar a construção da outra", acrescentou..

Indagado sobre mudanças na administração da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o ministro afirmou que “haverá mudanças em todas as diretorias dessas companhias no país – essa é uma definição do presidente da República”. Os critérios, segundo Brito, serão técnicos e de capacitação.

 


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