|
|
29 de Junho de 2007 - 11h23 -
Última modificação
em 2 de Julho de 2007 - 16h46
Discussão sobre diversidade cultural se torna retórica sem inclusão de negros e índios, diz diretor
Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
|
|




|
Roosewelt Pinheiro/Abr
| |
Brasília - Durante o Seminário Internacional sobre Diversidade Cultural, promovido pelo Ministério da Cultura, Antônio Pompêo, diretor de Promoção, Estudos, Pesquisas e Divulgação da Cultura Afro-Brasileira da Fundação Palmares, ligada ao Ministério da Cultura
|
Brasília - Embora afirme que a participação dos negros nas decisões que envolvem cultura esteja aumentando na América Latina, o diretor de Promoção, Pesquisa e Divulgação da Cultura Afrobrasileira da Fundação Palmares, Antônio Pompêo, diz que sem a inclusão de negros e índios nesse processo, a discussão sobre diversidade cultural se torna
retórica.
Pompêo citou países latino-americanos que têm ministros negros, caso da Colômbia, com a ministra Paula Moreno Zapata, e do Equador, com Antonio Preciado, além do ministro brasileiro, Gilberto Gil.
Segundo ele, também é necessário discutir mais sobre a cultura dos
afrodescendentes da América Latina, o que ele chama de
“afrolatinidade”. “O grande foco é trabalhar essa afrolatinidade, ter
essa interlocução com os negros afrolatinos”.
A avaliação foi feita hoje (29), último dia do Seminário Internacional sobre a Diversidade Cultural. Para Pompêo, o seminário foi uma oportunidade de iniciar essa discussão.
"A gente tem muito pouco conhecimento do que acontece na América Latina. Essa é uma oportunidade de saber de que forma os irmãos latinos estão trabalhando esse conceito de diversidade cultural”.
|
|
|
|