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Brasília - Mais de mil
trabalhadores foram encontrados em condições
degradantes de trabalho em uma fazenda da empresa
Pagrisa, localizada no município de Ulianópolis, no Pará.
Eles foram localizados há uma semana pelo Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo do
Ministério do Trabalho e Emprego.
O Ministério
Público do Trabalho (MPT) informou hoje (2) que os
trabalhadores, que começaram a ser recrutados há cerca de seis meses,
estavam trabalhando na colheita da cana-de-açúcar e na
Usina da Pagrisa. Segundo o Ministério Público, os empregados
estavam dormindo em alojamentos lotados.
Os trabalhadores deverão receber cerca de R$ 1,8
milhão de verba indenizatória, conforme cálculos do Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo. Fazem parte do grupo representantes do Ministério do Trabalho e Emprego, do Ministério
Público do Trabalho e da Polícia Federal.
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