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Brasília - O Ministério do Trabalho e Emprego informa que 81 empregadores esperavam sair da nova versão chamada "lista suja" do trabalho escravo, divulgada hoje (10). No entanto, apenas 22 foram excluídos por terem cumprido as metas. Para sair da "lista suja", o empresário deve pagar todas as multas e direitos trabalhistas e previdenciários. Além de passar por um monitoramento do ministério por dois anos.
Outros 30 empresários deixaram o cadastro por decisão judicial provisória, mas podem retornar caso haja julgamento em contrário. Entre as fazendas que ainda não conseguiram sair do cadastro, está a Gameleira, em Mato Grosso. Em 2003, foi flagrada, pela primeira vez, com mão-de-obra em situação análoga à de escravidão. Na ocasião, a fiscalização libertou 318 trabalhadores.
Outra fazenda que integra a lista é a Rio Verde em Anapu (PA), que pertence a Vitalmiro Bastos de Moura. O fazendeiro foi condenado em maio a 30 anos de prisão como um dos mandantes do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. A defesa recorreu da sentença.
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