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Imagem do Google Maps
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São Paulo - Na imagem do Google Maps, círculo vermelho destaca depósito da TAM Express na Avenida Washington Luís, em São Paulo, onde o avião do vôo JJ 3054, da TAM, bateu e pegou fogo, ao tentar pousar no Aeroporto de Congonhas
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Brasília - A pista em que ocorreu o acidente com o vôo 3054 da TAM ainda estava em reformas durante a madrugada. A pista havia sido liberada em 29 de junho, pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Segundo nota da estatal, à época, a pista foi liberada porque a primeira fase da reforma estava concluída. A segunda parte, que estava sendo feita durante a madrugada, incluía a ranhura da pista, para melhorar o escoamento de água e aumentar a aderência dos pneus dos aviões, em dias de chuva.
O especialista em aviação civil e comercial, Valtécio Alencar, afirmou
que um conjunto de fatores pode ter desencadeado o acidente com o vôo
3054, mas
que uma das causas mais prováveis é o deslize do avião na pista. "Entregar uma obra (inacabada) que custou mais de R$ 30 milhões é, no mínimo, uma coisa crítica", afirmou.
A Infraero explicou, à época, que a complementação não pôde ser feita na primeira fase, porque são áreas que estavam em operação no dia-a-dia de funcionamento do aeroporto. A assessoria da companhia aérea TAM confirmou que o Airbus 320, que se chocou contra um terminal de cargas no Aeroporto Internacional de Congonhas, em São Paulo, transportava 176 pessoas, sendo seis tripulantes. A aeronave que fazia o vôo 3054 decolou do Aeroporto Internacional de Porto Alegre às 17h16, com destino a Congonhas, sem escalas. Na página da Infraero consta que o vôo pousaria às 18h50, com atraso.
A companhia de aviação TAM oferece uma linha telefônica gratuita para familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo: 0800 117900.
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