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17 de Julho de 2007 - 22h43 - Última modificação em 18 de Julho de 2007 - 19h13


Especialista critica liberação de pista sem conclusão da obra

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

 
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Imagem do Google Maps
São Paulo - Na imagem do Google Maps, círculo vermelho destaca depósito da TAM Express na Avenida Washington Luís, em São Paulo, onde o avião do vôo JJ 3054, da TAM, bateu e pegou fogo, ao tentar pousar no Aeroporto de Congonhas
São Paulo - Na imagem do Google Maps, círculo vermelho destaca depósito da TAM Express na Avenida Washington Luís, em São Paulo, onde o avião do vôo JJ 3054, da TAM, bateu e pegou fogo, ao tentar pousar no Aeroporto de Congonhas
Brasília - O especialista em aviação civil e comercial Valtécio Alencar afirmou que um conjunto de fatores pode ter desencadeado o acidente com o vôo 3054 da TAM, no aeroporto Internacional de Congonhas, em São Paulo. Mas afirmou que uma das causas mais prováveis é o deslize do avião na pista. As obras para reduzir o risco de derrapagem estavam sendo feitas durante a madrugada, com a pista em funcionamento durante o dia. Segundo a Infraero, estavam sendo feitas ranhuras na pista, para escoar água e aumentar a aderência dos pneus dos aviões, em dias de chuva, como ocorreu hoje (17) em São Paulo.

"Entregar uma obra [inacabada] que custou mais de R$ 30 milhões é, no mínimo, uma coisa crítica", afirmou. "Uma coisa é pousar no Aeroporto Santos Dumont [no Rio de Janeiro], que está ao nível do mar. Outra coisa é pousar em Congonhas, que está 860 metros acima do nível do mar". Segundo ele, com altitude maior, o ar fica mais rarefeito, o que exige "mais pista ou então mais recursos de frenagem para a aeronave".


Matéria alterada para esclarecimento de informação.
 


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