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17 de Julho de 2007 - 22h25 - Última modificação em 17 de Julho de 2007 - 22h37


Deputado federal do PSDB estava no avião da TAM que bateu e pegou fogo em Congonhas

Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O líder da minoria na Câmara, deputado federal Júlio Redecker (RS), estava a bordo do Airbus 320 da TAM que derrapou na pista e pegou fogo ao bater num terminal de cargas próximo ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A informação foi divulgada pela assessoria do PSDB e também incluída em uma nota oficial do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). Não há informações oficiais da companhia aérea ou do Corpo de Bombeiros de São Paulo sobre número de mortos e feridos.

O deputado seguia de Porto Alegre para São Paulo e embarcaria numa viagem para os Estados Unidos junto com o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e o líder do PT, deputado Luiz Sérgio (RJ). Segundo informações da assessoria de Chinaglia, a viagem foi cancelada diante das "evidências de que o deputado estava no vôo", mas não confirmou a fonte da informação. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, divulgou nota oficial sobre o assunto e pediu "rigorosa apuração das causas"

"Orando pela vítimas, o líder divulga seu mais profundo sentimento de pesar e de solidariedade às famílias que perderam seus entes queridos. Das autoridades, espera a rigorasa apuração das causas. Há meses o PSDB denuncia os problemas sobejamente conhecidos que afetam o tráfego aéreo e os principais aeroportos do país, reclamando providências das autoridades", registra a nota do senador tucano.

Advogado e professor universitário, deputado Júlio César Redecker é líder da minoria na Câmara, tem 51 anos. Seu histório partidário registra que foi filiado ao Arena, ao PDS, ao PPR, ao PPB e atualmente está no PSDB. Pela oposição, o parlamentar foi um dos principais defensores da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Apagão Aéreo na Câmara. No ano passado, o deputado foi sub-relator da CPI Mista dos Sanguessugas, que investigou fraudes em licitações com ambulâncias superfaturadas em vários municípios brasileiros.



 


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