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Milton Mansilha/Agência LUZ/ABr
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São Paulo - Bombeiros tentam conter fogo no depósito da TAM, onde ocorreu o acidente com o avião da companhia (vôo JJ3054). Aeronave explodiu após tentar pousar sem sucesso no aeroporto de Congonhas
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Brasília - A retirada de linhas de vôo do Aeroporto Internacional de Congonhas estava em estudo pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A idéia era transferir vôos para o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Algumas linhas de Guarulhos seriam repassadas para Viracopos, em Campinas. E os vôos de carga, que vão a Campinas, passariam a ir para o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto. Além disso, o aeroporto militar Campo de Marte, na zona Norte de São Paulo, também poderia passar a ser usado para a aviação civil.
“Vamos transformar o aeroporto de Ribeirão Preto em um aeroporto eminentemente cargueiro”, afirmou a diretora da Anac, Denise Abreu, há cerca de três semanas, após participar de uma reunião no Ministério da Defesa. Segundo ela, a agência não pretendia reduzir o número de vôos nos horários de pico. Para ela, a medida seria ineficaz e prejudicaria os usuários.
Congonhas não tem condições mínimas de segurança para receber vôos de grande porte, na avaliação do presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo (SBTA), Anderson Correia. "Se fosse para ser radical, o aeroporto seria fechado”, afirmou, em entrevista à Agência Brasil. "Na melhor das hipóteses, sendo um pouco mais flexível e levando em consideração a importância econômica de Congonhas para o país, ele iria operar apenas com aviões de pequeno porte".
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