|
Brasília - Facilitar
o acesso das entidades brasileiras de direitos humanos e da
sociedade civil às decisões que
ocorrem no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC)
é um dos objetivos da tradução, para o português, do Guia Prático sobre OMC e outros
acordos comerciais para defensores dos direitos humanos.
A explicação é de Juana Kweitel, coordenadora da organização não-governamental (ONG) Conectas
Direitos Humanos, que em parceria com a Trade, Human Right, Equitable Economy (3D) é responsável pela tradução da cartilha, disponível desde hoje (23) na internet em formato PDF
“Ainda
existe muita desinformação, por parte dos ativistas
dos direitos humanos, sobre como os acordos são assinados, quem toma as decisões, em que momento
elas devem ser tomadas e sobre como participar. O objetivo do guia é
dar informação para as pessoas que têm interesse
em agir”, explicou Kweitel.
De
acordo com a coordenadora, o guia também ajuda na elaboração
de novos programas de trabalho, na organização de
campanhas, em programas de formação e como fonte de
informações gerais sobre o comércio,
principalmente sobre a OMC, instalada em 1995 em Marrakech (Marrocos), após a conclusão da rodada de negociações multilaterais no Uruguai, no ano anterior.
Entre
as principais funções da OMC, além de servir de foro para negociações, estão a busca
de solução para controvérsias e a supervisão de políticas internacionais. Dos 149 membros da Organização, dois terços são países em desenvolvimento.
|
|